Arqueologia e a Biblia
Março 15, 2008 de sirocha
Hoje em dia é muito comum encontrar pessoas que não acreditam em Deus e nos ensinos Biblicos como sendo de autoridade divina. Mesmo porque muitos desses ensinos contrariam nossos costumes, e ninguem gosta de ser podado ou corrigido. Alguns chegam a dizer que a biblia não passa de fabulas para crianças. Mas algumas descobertas feitas por arqueologos tem apoiado as histórias biblicas de forma a confirmar que elas não foram apenas fabulas inventadas. Alguns achados mostram que os personagens biblicos realmente existiram, e outros confirmam alguns acontecimentos com precisão. Para aqueles que preferem confiar no que a ciencia diz ao invés de apenas crer esse site aqui Arqueologia Biblica pode ser de grande ajuda. Mas se ainda assim tiver duvida, peça a Deus que lhe de fé, pois é um dom gratuito que ele dá aos que lhe pedem. E sem fé é impossivel agrada-lo.
Abaixo uma pesquisa que confirma a existencia de uma das mais famosas vilãs biblicas.
Fonte: (G1 Notícias)
Pesquisadora identifica carimbo de Jezabel
Na Bíblia, ela ganhou fama de manipuladora, inescrupulosa e até devassa. A rainha Jezabel é uma das piores vilãs do Antigo Testamento, sem dúvida. Mas pelo menos tinha um bocado de estilo, a julgar pelo sinete (uma espécie de carimbo pessoal) que uma pesquisadora holandesa acaba de identificar como pertencente a ela - um dos raros [sic] casos em que um personagem bíblico deixa traços diretos de sua existência.
A análise que confirmou a associação de Jezabel com o sinete, que é feito de opala e está repleto de desenhos e inscrições, foi feita por Marjo Korpel, especialista da Universidade de Utrecht. Com o trabalho de Korpel, que será publicado numa revista científica especializada em estudos lingüísticos, parece chegar ao fim um mistério de quatro décadas.
Isso porque já se suspeitava que o artefato, obtido nos anos 1960 por um arqueólogo israelense no mercado de antigüidades, tivesse pertencido a Jezabel. Mas havia um problema bizarro: o suposto nome da rainha, gravado na opala, estava escrito errado - o que levou muita gente a achar que se tratasse de uma outra pessoa, embora de nome parecido.
Com paciência de detetive, Korpel analisou o sinete e o comparou com outros objetos do mesmo tipo e da mesma época, ou seja, produzidos por volta do ano 850 a.C., quando viveram Jezabel e seu marido Acabe, rei de Israel. Pela distribuição das letras e pela presença de uma pequena área quebrada no objeto, a pesquisadora holandesa estimou que originalmente havia mais duas letras hebraicas no sinete - o suficiente para “corrigir” o nome de Jezabel.
Além disso, o objeto era muito maior que os outros da mesma época e repleto de símbolos associados à realeza e ao sexo feminino, como uma esfinge com coroa de rainha, serpentes e falcões. Para Morjen, tudo isso torna altíssima a probabilidade de que o sinete realmente tenha pertencido a Jezabel.
Jezabel (de origem fenícia, segundo a Bíblia) e seu marido Acabe reinaram numa época em que o antigo reino israelita estava dividido em duas partes rivais: Judá, no sul, cuja capital era Jerusalém e cujo povo deu origem aos atuais judeus; e Israel, no norte, onde o casal governava e cuja capital era Samaria.
No Primeiro Livro dos Reis, na Bíblia, Jezabel é retratada como uma mulher corrupta, que faz os habitantes de Israel adorarem deuses pagãos e ainda induz seu marido Acabe a tomar injustamente as terras de seus súditos. Juízos de valor à parte, o sinete parece mostrar que a rainha de fato era muito influente: ele era usado para ratificar documentos, o que significa que ela podia “despachar” por conta própria em seu palácio.
(G1 Notícias)









Querida Simone,
Eu não discuto a verdade dos fatos históricos da Bíblia. Discuto a interpretação deles. E também o caráter alegórico de certas passagens, como a origem do mundo, por exemplo. Tenho um post pronto sobre aspectos bíblicos que postarei em breve. Carpe Diem.