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Texto extraido do Blog Meditando em Jesus

O OLHO DE DEUS

(Adaptado do texto de H. Dennis Fischer)
 
“Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração” (II Crôn. 16:9)
O telescópio espacial Hubble tirou fotos da nebulosa Helix. Alguns astrônomos descrevem-na como “um túnel de gases reluzentes de trilhões de milhas de comprimento”. Ela está a 650 anos luz do nosso sistema. No seu centro está uma estrela em extinção que emite poeira e gases que se estendem ao longo da sua borda exterior. Fotos como esta, fazem parecer a íris azul de um olho humano completo, até com pálpebras. Por causa destas características, alguns a apelidaram de “O olho de Deus”. Opiniões a parte, a imagem transmite a beleza de mais uma das obras do Deus do universo.
Embora essa nebulosa não seja, num sentido literal, o olho de Deus, as escrituras dizem que Deus está observando as nossas vidas, conforme lemos acima nas palavras do profeta Hananias.
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Essa proclamação, do olho de Deus que tudo vê, foi pronunciada porque o rei Asa, para garantir sua segurança militar, buscara apoio de um outro rei. Parece que este rei se esqueceu que foi o Senhor Deus que lhe havia dado no passado vitórias sobre os seus inimigos, e não simplesmente soldados (14:11-12). Essa deslealdade espiritual não passou despercebida de Deus, que preferencialmente, tem prazer em derramar bençãos ao povo que produz atos de obediência a Ele.
Embora ainda não possamos ver os olhos de Deus, podemos estar seguros de que Ele sempre nos vê. Muitos e muitos seres humanos, mais do que naquela época, até mesmo aqueles que são professos tementes a Deus, cometem o mesmo erro que Adão e Eva no jardim do Éden – tentam se esconder de Deus quando cometem algum tipo de desobediência (Gênesis 3:9-10). Neste jogo, quase que infantil de esconde esconde, o homem tenta se esquivar da sua própria desgraça, da sua própria morte, enganado-se a si mesmo, “jogando sua sujeira embaixo do tapete”, se esquecendo como fez o rei Davi ao adulterar (II Samuel 11:4), que Deus não perde a atenção em sequer um mínimo detalhe de nossas vidas.
Você tem consciência de que está fazendo algo que desagrada ao Senhor? Aquela voz que de vez em quando você ouve, que te chama a pensar lá no seu íntimo, que gostamos de chamar de intuição (Espírito Santo) lhe fala a mente nestas ocasiões? Você tem acariciado algum pecado de estimação? Saiba que Deus não deixará de amá-lo por causa disso, porque Deus ama o pecador. Mas saiba também que Deus odeia o pecado e que algum dia, um dia não muito distante, Deus destruirá aqueles que não querem se livrar deste “vírus”, porque o vírus só se torna doença, quando está com alguém.
REFLEXÃO: “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (Provérbios 15:3)
 
 
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Estão redescobrindo o Newton religioso

Por Michelson Borges
Um livro que acaba de chegar ao Brasil ajuda a revelar um lado surpreendente de Isaac Newton (1643-1727), pai da física moderna e responsável por formular a lei da gravidade, entre outras realizações científicas fundamentais. Nas horas vagas (ou, para ser mais exato, na maior parte do tempo durante sua maturidade), Newton se dedicava a um estudo detalhado, ponto por ponto, dos escritos atribuídos ao profeta Daniel e do Apocalipse, os dois livros bíblicos que mais versam sobre o fim do mundo. Para o cientista britânico, as duas obras eram guias precisos para a história do mundo até sua época e continham a chave para desvendar o que aconteceria no final dos tempos.

Os estudos apocalípticos de Newton estão na obra As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel (Editora Pensamento), traduzida integralmente para o português pela primeira vez. As análises newtonianas coincidem apenas em parte com o que os modernos estudiosos da Bíblia consideram ser a interpretação mais provável das Escrituras. Mas não devem ser lidas como sinal de que o cientista tinha um lado “retrógrado” ou “obscurantista”, alertam especialistas. Pelo contrário: é bastante possível que a fé religiosa de Newton, e seu interesse por assuntos esotéricos, tenham facilitado suas descobertas.

“A gente tem de inverter a relação. Não é apesar de suas crenças religiosas e místicas que o Newton consegue dar o pulo do gato nos trabalhos sobre a gravidade; é justamente devido a elas”, afirma José Luiz Goldfarb, historiador da ciência e professor de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Os próprios estudos bíblicos de Newton já denotam uma sensibilidade mais crítica e moderna, uma tentativa de estudar as profecias de forma quase matemática, usando cronologias detalhadas.”

“A gente costuma deixar ciência e religião bem separadas, mas o fato é que os manuscritos de Newton, que chegam a 4.000 páginas, abordam principalmente esses estudos místicos e esotéricos”, conta Mauro Condé, professor de história e filosofia da ciência da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Com a morte dele, a Universidade de Cambridge e a Royal Society [principal sociedade científica do Reino Unido, da qual ele fazia parte], que tinham um modelo para o que deveria ser o trabalho científico, privilegiaram parte da obra dele e deixaram o resto vir a público de forma meio aleatória”, diz o pesquisador.

O livro em questão, publicado após a morte de Newton com base em suas anotações, é basicamente uma tentativa de desvendar o significado histórico das principais profecias do livro de Daniel (no Antigo Testamento) e do Apocalipse (livro do Novo Testamento que encerra a Bíblia cristã). Ambas as obras são caracterizadas pela riqueza de imagens simbólicas – animais, estátuas, chifres, trombetas – que funcionam como uma espécie de linguagem cifrada que o profeta propõe à sua audiência, e que às vezes é desvendada logo após a descrição das visões.

Newton, para quem Daniel “é um dos profetas mais claros para se interpretar”, traça uma série de correspondências entre as imagens proféticas e eventos reais – no seu esquema, por exemplo, menções a “dias” sempre se referem, na verdade, a anos, animais ferozes e poderosos correspondem a reis ou nobres, e assim por diante. Usando essa chave simbólica, o cientista se propõe a relacionar todas as grandes ocorrências da história mundial, do exílio judaico na Babilônia (a partir de 586 a.C.) à sua época, com as visões de Daniel e, em menor grau, com as de João, o autor do Apocalipse.

As duas principais visões do livro de Daniel se referem a uma estátua feita de vários tipos de metal precioso e não-precioso, e a uma sucessão de animais ferozes de aspecto sobrenatural. A interpretação tradicional (inclusive no interior do livro bíblico) é associar cada um dos metais e das feras a reinos que se sucederiam até o fim dos tempos, quando Deus salvaria seu povo e instauraria seu domínio sobre o mundo.

No caso da estátua, temos os metais ouro, prata, bronze, ferro e argila misturada com ferro; para Newton, a correspondência é com os impérios da Babilônia, da Pérsia, dos gregos de Alexandre Magno e de Roma; “ferro e argila” misturados significariam as nações européias oriundas do território fragmentado de Roma, fundadas a partir de reinos bárbaros. Um esquema semelhante é aplicado aos animais ferozes; Newton aproveita o fato de que um deles tem dez chifres para associá-lo aos dez reinos bárbaros europeus fundados após a queda de Roma.

Após esses dez chifres, surge mais um, “menor, e três dos primeiros foram arrancados para dar-lhe lugar. Este chifre tinha olhos idênticos aos olhos humanos e uma boca que proferia palavras arrogantes”, diz o profeta. Newton afirma que esse chifre arrogante é a Igreja Católica, que havia se tornado um império ao adquirir vastas extensões de terra na Itália durante a Idade Média. O cientista traça a interpretação porque o livro de Daniel diz que o novo chifre “perseguia os santos”.

Fortemente anticatólico, Newton associava a Igreja à promoção de práticas vistas por ele como demoníacas, como a adoração dos santos, bem como à perseguição dos verdadeiros cristãos. Para ele, a Igreja Católica também pode ser identificada com a Besta do Apocalipse, representada pelo número 666. Em seus cálculos, Newton dá a entender que o fim do mundo viria após a reconstrução do templo de Jerusalém, em torno do ano 2400 – mas se abstém de apontar um ano específico.

Apesar do esforço interpretativo de Newton, poucos estudiosos atuais do texto bíblico vão concordar com sua análise. Para começar, enquanto o físico considerava que o livro de Daniel tinha sido escrito no século 6 a.C. pelo profeta do mesmo nome, o consenso moderno é que a obra é tardia, de meados do século 2 a.C. – relatando, portanto, muitas coisas que já eram passado no tempo do profeta antes de se dedicar à profecia propriamente dita. [Essa idéia de teólogos liberais está longe de ser consenso. Newton, mais uma vez, estava com a razão.]

Assim, Roma e a época cristã nem seriam mencionadas em Daniel: o profeta estaria falando apenas dos reinos sucessores de Alexandre Magno que lutavam pelo controle da terra de Israel naquela época. “Seriam, portanto, profecias depois do fato”, escreve Lawrence M. Wills, professor de estudos bíblicos da Episcopal Divinity School (Estados Unidos). De acordo com Wills, o chifre perseguidor dos “santos” representa, mais provavelmente, o rei sírio Antíoco Epífanes (morto em 164 a.C.), e não tem relação alguma com a Igreja Católica. [Antíoco Epifânio nem de longe cumpre a profecia, como Newton bem percebeu. Clique aqui e descubra por quê.]

Tudo isso pode soar um bocado estranho para os que estão acostumados à separação moderna entre ciência e religião, mas José Luiz Goldfarb vê indícios dos interesses bíblicos de Newton na própria formulação da lei da gravidade. “No hebraico bíblico existe a palavra makom, que significa ‘lugar’. Mas, com a evolução do pensamento rabiníco, ela passa a designar a própria divindade. O Newton cita essa palavra em seus escritos, e parece ter usado o conceito para explicar como a gravidade atuava à distância – como a gravidade do Sol pode atrair a Terra, por exemplo. É como se entre o Sol e a Terra houvesse um makom, que é Deus, o qual está em todos os lugares”, diz o pesquisador.

Goldfarb ressalta que Newton é só mais um exemplo de patrono da ciência que tinha suas idéias “fertilizadas” pelo pensamento místico de sua época. “Os dois campos se falavam e se influenciavam muito”, diz. A crença monoteísta (num Deus único), se vista como um todo, também pode ter sido uma influência positiva nos primórdios da ciência e da filosofia, de acordo com Mauro Condé.

“O monoteísmo nos parece simples, mas já exige uma forma de pensamento mais sofisticada e abstrata”, diz ele. “E a busca por essências da natureza, por leis ordenadas, é uma coisa que Newton compartilha com filósofos como Platão. Isso foi incorporado na teologia cristã desde o começo”, afirma Condé.

(G1 Notícias)

Leia também: “O berço da ciência” e “Isaac Newton: cientista e teólogo”

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Por Michelson Borges

Acabei de ler As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel, de Isaac Newton (Editora Pensamento). É uma obra fascinante e indispensável na biblioteca de todo cristão e dos estudantes universitários, em particular. Apesar dos detalhes históricos exaustivos e dos vários trechos em latim não traduzidos, o livro revela a clareza do raciocínio do grande cientista inglês aplicado ao estudo da Bíblia. Os adventistas do sétimo dia ficarão especialmente impressionados ao perceber a semelhança do entendimento profético de Newton (um verdadeiro historicista) com a compreensão profética da igreja – com algumas divergências, naturalmente. Aqui e ali, espalhadas pelas 224 páginas da obra, há pérolas como estas:

“A autoridade dos imperadores, reis e príncipes é humana; a autoridade dos concílios, sínodos, bispos e presbíteros é humana. Mas a autoridade dos profetas é divina e compreende toda a religião” (p. 26).

“A predição de coisas futuras refere-se à situação da Igreja em todas as épocas: entre os velhos profetas, Daniel é o mais específico na questão de datas e o mais fácil de ser entendido. Por isso, no que diz respeito aos últimos tempos, deve ser tomado como a chave para os demais” (p. 26).

“Rejeitar suas [de Daniel] profecias é rejeitar a religião cristã, pois que essa religião está fundada nas profecias a respeito do Messias” (p. 33).

“Pela conversão dos dez reinos à religião romana, o Papa ampliou o seu domínio espiritual, mas não se destacava ainda como um chifre da besta. Foi o seu poder temporal que o transformou num dos chifres. Esse poder foi adquirido na segunda metade do século VIII pela conquista de três daqueles chifres (…) Então, alcançando o poder temporal e um domínio acima de qualquer judicatura humana, o seu aspecto se tornou mais majestoso do que o dos outros chifres. Daí por diante, os tempos e as leis foram entregues nas suas mãos por um tempo, e dois tempos e metade dum tempo, ou seja, três tempos e meio, isto é, por 1.260 anos, desde que se considere como um tempo o ano calendário de 360 dias, e um dia como um ano solar” (p. 88).

Nas páginas 99 e 100, Newton deixa claro o porquê de o “chifre pequeno” não poder ser Antíoco Epifânio, como querem alguns. E arremata: “O próprio Cristo nos diz que a abominação da desolação, a que se refere Daniel, se instalaria nos dias do Império Romano (Mt 24:15).”

Sobre a confiança que Newton tinha nos Evangelhos, ele escreveu: “Temos assim, comparando os Evangelhos de Mateus e de João, a história da ação de Jesus de modo contínuo, durante cinco Páscoas. João é mais preciso no começo e no fim; Mateus, no meio. Aquilo que um omite, o outro registra. (…) Temos assim, nos evangelhos de Mateus e de João, todas as coisas contadas na devida ordem, desde o começo da pregação de João até a morte de Cristo” (p. 119, 121).

Revelação interessante esta: “Deleitavam-se os pagãos com os festivais dos seus deuses e não estavam dispostos a renunciar àqueles deleites. Assim, no propósito de lhes facilitar a conversão, [o papa] Gregório instituiu festas anuais aos santos e aos mártires. Eis porque, para enfraquecer as festas pagãs, as principais festas cristãs tomaram o seu lugar. (…) Foi esse o primeiro passo da religião cristã [católica] em direção à veneração dos mártires. Embora ainda não fosse uma adoração ilegal, predispôs os cristãos à veneração dos mortos, o que em pouco tempo se transformou em invocação dos santos. (…) O passo seguinte nessa invocação foi atribuir ao corpo, aos ossos e a outras relíquias dos santos o poder de operar milagres por meio das suas almas, que supostamente sabem o que fazemos ou dizemos e podem nos fazer o bem e o mal” (p. 151, 153).

Sobre o Apocalipse, Newton escreveu: “Tendo assim estabelecido a época em que deve ter sido escrito o Apocalipse, não preciso falar muito da sua autenticidade, já que estava tão em voga nos primeiros tempos que muitos tentaram imitá-lo, forjando apocalipses sob o nome dos apóstolos. E os próprios apóstolos, como já mencionei, o estudaram e citavam as suas frases” (p. 178).

“Se a pregação geral do evangelho está se aproximando, é a nós e à nossa posteridade que as seguintes palavras pertencem: ‘…todos os maus ficarão sem compreender. Os que são esclarecidos, porém, compreenderão. Feliz o leitor e os ouvintes das palavras desta profecia, se observarem o que nela está escrito.’ (…) A realização de coisas preditas com grande antecedência será um argumento convincente de que o mundo é governado pela Providência” (p. 180).

Eu já era fã desse que é um dos maiores cientistas de todos os tempos. Depois de ler esse livro, minha admiração só aumentou. Newton era também grande teólogo.[MB]

Leia também: “Estão redescobrindo o Newton religioso”

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Adventistas do Sétimo Dia (ASD) têm sido objeto de muitos estudos epidemiológicos. Os resultados dos mesmos sugerem fortemente que os ASD estão vivendo mais por seguirem certos princípios dietéticos herdados a partir de suas crenças religiosas, como vegetarianismo, ênfase no consumo de grãos integrais, frutas, hortaliças e abstinência de tabaco e álcool. Este artigo discute os resultados de um grande estudo epidemiológico conduzido com a população ASD californiana que evidencia as vantagens dos vegetarianos no alcance de maior longevidade e de menor risco de câncer e doença cardíaca quando comparados com californianos não-vegetarianos. Adventistas vegetarianos californianos tendem a ser menos obesos, bebem menos café, comem mais leguminosas e produtos à base de proteína vegetal. Além disso, exercitam-se com maior regularidade. Tanto a ausência de carne quanto a adição de frutas, castanhas e hortaliças parecem exercer uma grande influência na prevenção de câncer e doença cardíaca, bem como no aumento da longevidade.

Os ASD constituem um grupo religioso protestante que inclui cerca de [15] milhões de membros ao redor do mundo, com um total de 1.267.015 residentes no Brasil e 939.091 nos Estados Unidos da América (EUA), representando respectivamente o primeiro e segundo lugares na estatística da igreja (Seventh Day Adventist Church, 2005).

A experiência de saúde da população ASD tem sido estudada por pelo menos 51 anos. Existem mais de 300 artigos científicos abordando estudos sobre a saúde dos ASD publicados em periódicos científicos da Dinamarca, Holanda, Noruega, Japão, Austrália, além dos bem conhecidos estudos da Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA (Fraser, 2003a).

Evitar a carne e enfatizar o consumo de frutas, hortaliças e castanhas na dieta faz parte das crenças dos ASD, assim como a abstinência do uso de tabaco, álcool e a prática regular de atividades físicas. Para o propósito de investigações epidemiológicas, o uso ostensivo de tabaco, o consumo de álcool e de dietas com alto conteúdo de gordura pode confundir ou modificar os efeitos de outros fatores, dificultando o estudo. Na população adventista, essas características consideradas fatores de confusão estão praticamente ausentes, facilitando a observação de outros fatores. Esse aspecto aliado à ampla variedade de hábitos dietéticos que vão desde o vegetarianismo estrito até a dieta americana usual, tornam a população de ASD particularmente atraente para a investigação de doenças relacionadas aos hábitos alimentares.

Os resultados discutidos neste artigo foram tomados a partir do Primeiro Estudo Adventista de Saúde (Adventist Health Study-1, AHS-1). O AHS-1 (Beeson et al., 1989) constituiu uma investigação prospectiva que começou em 1974, projetada com o objetivo de verificar quais componentes do estilo de vida adventista oferecem proteção contra doenças. Inicialmente o AHS-1 focalizou o câncer; em 1981, o componente cardiovascular foi adicionado.

(Nutrição em Pauta)

Nota: Publicações como a National Geographic e jornalistas como a Ana Paula Padrão também tiveram a atenção despertada pela longevidade dos adventistas que praticam o estilo de vida recomendado pela Igreja. Por enquanto, quem mais se destaca são os adventistas californianos. Bom seria que todos os adventistas (inclusive aqui no Brasil) chamassem mais a atenção das pessoas e da mídia por seu estilo de vida saudável.[MB]
Postado por Michelson às 9:58 PM

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Um jovem me fez uma pergunta a respeito desse assunto, não sabendo como responder fui a procura de resposta em um site de psicologia cristã cheguei ao Blog Psicologia e Sexualidade que é um otimo apoio aqueles que precisam de ajuda com assuntos relacionados a Sexualidade. Virgilio é um profissional na area da Psicologia e sexualidade e o melhor de tudo é que tem uma perspectiva cristã. Tomei a liberdade de copiar o texto e posta-lo aqui. Mais para os que quiserem ler na integra aqui esta o link.

MASTURBAÇÃO

Discutido desde os tempos mais remotos, o tema Masturbação ainda hoje continua carregado de incógnitas e cercado de tabus. Etimologicamente, masturbação é entendida como: profanar com as mãos ou poluir com as mãos. Vem do latim manus (mão) e stupro (perverter/profanar). O ato se refere quando o individuo dá prazer de cunho sexual a si mesmo através da manipulação dos genitais (ou com o uso de objetos). Vale a pena diferenciar 3 tipos de Masturbação: Infantil, a Dois, Auto-erotismo.

Masturbação Infantil

Considera-se Masturbação Infantil o fato de crianças ainda pequenas manipularem seus genitais. Neste caso a situação decorre da necessidade de descoberta natural do próprio corpo pelas crianças. As crianças desenvolvem atividades masturbatórias pelo simples fato de sentirem prazer, não estando ligada à fantasia sexual como no caso do adolescente e do adulto[1]. A partir das contribuições freudianas a sexualidade infantil passou a ser tema incontestável. A auto-descoberta deve ser trabalhada pelos pais como uma fase normal do crescimento da criança na formação de sua Identidade. Os órgãos genitais devem ser apresentados, devendo as orientações estar ausentes de imposições restritivas culposas ou do uso de termos depreciativos. Ao mesmo tempo os pais devem estar atentos para que o prazer advindos desta manipulação não se fixe de maneira exagerada.

Masturbação a Dois

A manipulação dos órgãos genitais num relacionamento a dois é erroneamente chamada de masturbação, no entendimento que queremos dar neste artigo. Pode fazer parte das atividades preliminares, sendo um momento especial de afeto e preparo para a o ato sexual propriamente dito. Também chamada de hetero-masturbação, em que o (a) parceiro (a) estimula o outro com as mãos ou objetos, com o intuito de dar-lhe satisfação sexual. Existe ainda a masturbação simultânea ou mútua, em que os parceiros se satisfazem ao mesmo tempo, usando as mãos ou objetos, e a masturbação com penetração simultânea. Em qualquer dos casos o objetivo geralmente é de dar maior prazer ao relacionamento sexual e obtenção de orgasmo. [2]

Auto-Erotismo

Comumente, usa-se o termo masturbação para o sexo solitário, quando o individuo através da manipulação de seus órgãos genitais (ou uso de objetos) busca o prazer e o orgasmo. Sobre esta prática nos deteremos mais.

Masturbação na História

Em algumas civilizações da Antiguidade a masturbação era permitida como forma de obtenção de prazer. Entre os gregos e os romanos tal ato era reprovado, especialmente entre os mais jovens, pois se considerava como prejudicial o desperdício de energia vital. Na Mesopotâmia era considerado ritual “impuro”. Na Idade Média, filósofos e médicos reprovavam a masturbação. A Santa Inquisição considerou heresia tal prática, e o infrator era tido como possuído por dois demônios “Incubus” e “Súcubus”. A masturbação os alimentava e permitia que estes se reproduzissem. O infrator poderia pagar com a própria vida. Além disso, relacionavam a prática ao pecado de Onã, castigado com a morte pelo próprio Deus. Daí o termo Onanismo ser confundido com masturbação.
No século XVIII, Simon André Tissot (médico suíço) através do que se conhece como “Teoria da degeneração sexual”, tendo em vista a dificuldade no diagnóstico de algumas doenças referiu-se a masturbação como sendo a causa de toda o problema. “A doença mental era especialmente intrigante para Tissot, o comportamento incomum ou inexplicável da doença mental “parecia” semelhante ao de machos desvirilizados e ele englobou tudo isso na categoria da degeneração: sendo um degenerado uma pessoa má, nociva ou moralmente corrupta[3]. Devido aos esforços diligentes de Tissot, sua teoria tornou-se aceita no mundo médico. Em 1758, ele convenceu os pensadores médicos de sua época de que a perda do fluido seminal vital era responsável pela doença tanto física quanto mental. Vale a pena ressaltar que Tissot baseou suas observações em situações de efeitos da castração, e não conhecia o hormônio Testosterona. Sua influência difundiu-se no mundo, persistindo ainda até os nossos dias.
Nos Estados Unidos teve dois defensores importantes: o reverendo Sylvester Grahan, que acreditava que dieta, boa forma física e abstinência seriam a defesa contra a tentação viciosa da masturbação; e John Harvey Kellog. Grahan desenvolveu uma “bolacha saudável” que supostamente reduziria as necessidades carnais. Já Kellog, médico, de Battle Creek Sanitariun, seguidor mais ardoroso de Grahan. Criou uma dieta saudável para o tratamento da insanidade. Processava cereais e nozes, e afirmava que ao ingeri-los no lugar de carne “reduziria os desejos da outra carne”. J. Money , em seu livro “Lovemaps” escreve que Kellog foi um ardoroso advogado antimasturbatório da degeneração. Para os casos intratáveis, no caso de meninos aconselhava costurar a pele do prepúcio com fio de prata, ou em caso extremo a circuncisão sem anestesia. Para as meninas recomendava que o clitóris fosse queimado com fenol. Em alguns lugares praticava-se a infibulação (costura dos lábios vaginais). Mesmo com o avanço da medicina através de Louis Pasteur e Robert Koch, muitas idéias antigas se mantiveram vivas.
Na Inglaterra as idéias de Tissot tiveram como aliados o casal Baden Powell, criadores do Movimento Escoteiro Mundial. Os escoteiros surgiram como forma de combater a masturbação entre adolescentes e jovens através de um programa de incentivo as práticas sociais, valorização da moralidade e incremento do desenvolvimento físico.
Fábulas e Crendices em torno da Masturbação
Dentre os diversos mitos criados em torno do tema masturbação, e que de certo modo ainda persistem, estão os de que provoca espinhas no corpo, faz crescer pêlos nas mãos, causa emagrecimento, aumenta os seios masculinos, ocasiona tuberculose, impotência sexual e loucura.

Afinal, Masturbação: SIM ou NÃO?

Os defensores da prática masturbatória alegam que esta faz parte do desenvolvimento sexual natural do indivíduo. Munjack defende que a masturbaçãso traria vários benefícios, entre eles: um treinamento para um melhor orgasmo, aumento do conhecimento sobre as partes mais sensíveis sexualmente, aumento da vascularização pélvica, experiência de novas fantasias, descontraimento e brincadeira, etc… Contestado por outros autores, como Stekel[4], que em seus estudos observou que a reação masturbatória está muitas vezes ligada a reações neuróticas de descarga energética, e possibilidade de ocorrer uma “dependência química” uma vez que o ato se estabeleça com regularidade, incluindo aí as crises de abstinência. Segundo este autor ainda existiria uma relação íntima entre masturbação, perversões e desvios sexuais (sadismo, masoquismo, fetichismo, pedofilia, homossexualismo), além da mente ser estimulada cada vez mais a fantasias mais lascivas.

Uso na Terapia Sexual

Em alguns casos de atendimento de casais em Terapia Sexual faz-se necessário a utilização de atividades masturbatórias. Usado como técnica nos casos de controle da ejaculação precoce e ejaculação retardada. Nos casos de mulheres anorgásmicas primárias exercícios graduais de toque e estimulação são implantados como mecanismo de desenvolvimento da sensibilidade sexual.
A Lógica do Prazer Sexual segundo a Bíblia
Segundo o Gênesis o surgimento da Sexualidade se dá junto com a Conjugalidade, ou seja, no momento em que Deus institui o primeiro casamento entre Adão e Eva. A Sexualidade surge como ingrediente fundamental na coesão e conhecimento mútuo do casal. Surge como energia e força mobilizadora de união e identificação. Existe toda uma química favorável a esse encontro, e seu despertamento deveria se dar em função do outro. “Isso significa que Deus planejou o aspecto físico do ato sexual como parte da intimidade total do coração e da mente, que é o casamento.[5] No ato masturbatório o indivíduo deixa de ter a premissa básica – o outro. Desta forma, contrariando o princípio bíblico, a masturbação decorre de desejos egocêntricos. De fato, alguns indivíduos dados à masturbação têm sérias dificuldades de relacionarem-se com o sexo oposto, dificuldades de controlar os impulsos sexuais necessitando desta prática como alivio a tensão sexual.
Outra forma de vermos a questão se dá no plano mental específico – o da fantasia. Para que o individuo consiga estimular-se manualmente e chegar ao gozo é fundamental que recorra a fantasias (cenas, imagens, sons) que lhe introduzam no clima sexual, sem o qual não chegará ao ápice. Podemos facilmente entender essa lógica, imaginando alguém (normal) se masturbando e cantando um hino religioso (se isso for possível), se conseguirá se satisfazer sexualmente ou não? Muito provavelmente não. O ensino bíblico deixa claro que o pecado contra o sétimo mandamento (“não adulterarás”) se dá inicialmente na mente, com a cobiça do (a) outro (a) que lhe não pertence. Na maioria dos casos a masturbação executa este papel. O problema não está na fantasia, no ato sexual entre duas pessoas a fantasia deve estar presente, a questão é que mais uma vez o outro não existe.

Citações de EG White sobre a Masturbação

“Algumas crianças começam a prática da masturbação na infância; e ao avançarem em anos, as paixões concupiscentes crescem com o seu crescimento e fortalecem-se com a sua força. Não têm mente tranqüila. Seu comportamento não é reservado e modesto. São ousados e atrevidos, e permitem-se liberdades indecentes. O hábito da masturbação degradou-lhes a mente e manchou-lhes a alma.” Testimonies, vol. 2, pág. 481.

“O efeito de tão degradantes hábitos não é o mesmo em todas as mentes. Existem crianças que têm as faculdades morais muito desenvolvidas e que, associando-se com crianças que praticam a masturbação, tornam-se iniciadas no vício. Sobre esses, o efeito será freqüentemente torná-los melancólicos, irritadiços e desconfiados; esses, entretanto, podem não perder o respeito pelo culto religioso, e talvez não demonstrem especial deslealdade com respeito às coisas espirituais. Por vezes sofrerão intensamente com sentimentos de remorso, julgando-se degradados aos próprios olhos, perdendo seu respeito próprio.” Testimonies, vol. 2, pág. 392.

“Nas pessoas viciadas no hábito da masturbação é impossível despertar-lhes as sensibilidades morais para apreciarem as coisas eternas, ou deleitar-se em exercícios espirituais. Pensamentos impuros tomam e controlam a imaginação e fascinam a mente, e segue-se um quase incontrolável desejo para a prática de atos impuros. Se a mente fosse educada a contemplar assuntos elevados, a imaginação ensinada a refletir sobre coisas puras e santas, ela seria fortalecida contra esse vício terrível, degradante, destruidor do espírito e do corpo. Seria, pela disciplina, acostumada a demorar-se nas coisas elevadas, celestiais, puras e sagradas, e não poderia ser atraída para esse vício torpe, corrupto e vil.” Testimonies, vol. 2, pág. 470.

“Alguns que fazem alta profissão de fé, não compreendem o pecado da masturbação e seus seguros resultados. O hábito longamente arraigado lhes tem cegado o entendimento. Eles não avaliam a excessiva malignidade deste degradante pecado.” Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 257.

“A masturbação destrói as boas resoluções, o esforço fervoroso, e a força de vontade para formar um bom caráter religioso. Todos os que têm qualquer verdadeiro senso do que significa ser cristão sabem que os seguidores de Cristo estão na obrigação, como discípulos Seus, de trazerem todas as suas paixões, forças físicas e faculdades mentais, em perfeita subordinação à Sua vontade. Os que são controlados por suas paixões não podem ser seguidores de Cristo.” Testimonies, vol. 2, pág. 392.

Concluindo…

Vivemos num mundo em que a Individualidade e o Individualismo são exaltados nos quatro cantos. A mídia direta ou indiretamente reforça o direito individual sobre o coletivo, o melhor exemplo disso é a internet que hoje cria situações virtuais de interação onde os atores relacionam-se com personagens fictícios. A exaltação descomedida do prazer pelo prazer invade todos os recantos da sociedade. Neste contexto a discussão sobre a masturbação se estabelece bem maior que o ato em si, e sim num contexto em que as variáveis como autruismo, cooperação, temperança e mutualidade se contrapõem ao egoísmo, hedonismo e competitividade.

[1] ALENCAR, CML de . Masturbação: Pecado, hábito ou necessidade, Revista Terapia Sexual, vol III, , Ed. Iglu, SP, 2000
[2] idem
[3] idem
[4] Stekel, W. Onanismo y homosexualidad, Ed. Iman, Buenos Aires, 1979
[5] WADE, L. Os Dez Mandamentos, CASA, Tatuí, 2006 p.65

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ESTRESS – COMO COMBATER

Você se julga uma pessoa estressada? Vamos conferir? Para sabermos se estamos estressados e qual é o nosso grau de estresse, vamos responder a este questionário
Vá lendo as questões e que coloquem um x debaixo da alternativa que melhor o descreva
A.Boca   Seca                           (   ) sim   não(   )
Dor de estômago ou azia        (   ) sim   não (   )
Tensão ou dor muscular         (   ) sim   não (   ) 
Insônia, sono exagerado ou pesadelos (   ) sim  não (   )
Crises de hipertensão              (   ) sim  não (   )
Mãos e pés frios                      (   ) sim  não (   )
Taquicardia                             (   ) sim   não(   )
Suor excessivo                        (   ) sim   não(   )
Ranger de dentes                     (   ) sim   não(   )

B. Esquecimento de coisas rotineiras  (   )sim   não (   )
Dificuldade para concentrar-se no trabalho (   ) sim não (   )
Sentimento de incômodo em relação a outras pessoas   (   ) sim  não (   )
Problemas de pele  (   ) sim não (   )
Pensamentos recorrentes sobre assuntos que o preocupam (   ) sim  não(   )
Medo de coisas que antes não o incomodavam (   ) sim   não(   )

C. Raiva ou irritação acima do normal   (   ) sim   não (   )
Excesso ou falta de apetite   (   ) sim   não (   )
Depressão, vontade de chorar ou apatia (   ) sim   não (   )
Aparecimento de alguma doença física, infecção ou dor (   ) sim não (  )
Alergias inexplicáveis (   ) sim não (   )
Episódios de ansiedade, flutuações rápidas de humor  (   ) sim não (   )
Perda do desejo sexual por um longo período de tempo(   ) sim não (   )

Os sintomas do item A, são os sintomas freqüentes em pessoas estressadas.
Os sintomas do item B, são os sintomas comuns.
Os sintomas do item C, são os sintomas prolongado

Se você respondeu SIM em até três perguntas do Iten A, você tem alguns sintomas de estresse, mas ainda está sob controle. Procure descansar mais.Se você respondeu SIM em cinco ou mais sintomas do iten de B, cuidado. Seu corpo está dando sinais de que chegou ao limite. É um bom momento para começar terapias anti-stress.

Se você assinalou SIM em cinco ou mais sintomas da fase C, está na hora de mudar de atitude. É fundamental procurar um médico para reverter seu quadro de estresse.

II. EXPOSIÇÃO DO TEMA: ESTRESSE, A MARCA DA VIDA MODERNA.

 Agora que você já mediu seu grau de estresse, vamos conversar sobre este tema. O estresse é, hoje, sem dúvida, uma das grandes marcas da vida moderna e está relacionado com todos os aspectos da existência humana, representando atualmente o maior fator de doenças, sendo também o responsável pela maior causa de morte atualmente, no mundo.

Mata homens e mulheres, adultos e crianças, ricos e pobres, instruídos e ignorantes. O estresse corrói por dentro, impedindo as pessoas de terem uma relação satisfatória com os seus semelhantes e de desfrutarem a vida. Está tão disseminado, que quase 25% da população mundial está em tratamento psicológico ou toma medicamentos para transtornos emocionais, neuroses, depressão, ansiedade, angústia e insegurança.

 1. Que tipo de pessoa sofre de estresse?

Há poucos anos atrás, os trabalhadores pensavam que tinham apenas um bom motivo para controlar o estresse: cuidar da saúde. Agora, os médicos e especialistas no assunto garantem que um profissional estressado acaba perdendo o emprego. Não é para menos. Como é que alguém cansado, irritado, com sono e com apetite alterado, sem concentração ou memória pode desempenhar bem uma tarefa na empresa em que trabalha? A produtividade é muito afetada.
Em sua grande maioria, as pessoas estressadas são altamente exigentes consigo mesmas, metódicas, afobadas e com metas próprias difíceis de serem alcançadas.
O estresse é uma doença que não pode ser curada, como numa enxaqueca, apenas com um analgésico. Alguns bebem ou fumam tentando assim diminuir a ansiedade e a depressão.
O estresse pode desencadear qualquer doença, inclusive o câncer. E pode matar.

 2. O estresse pode desenvolver-se por vários motivos:

– Perdas emocionais
– Grandes mudanças
– Uso exagerado de alguma substância estimulante, como o café, por exemplo.
– Mas o trabalho ocupa lugar de destaque nesta lista por motivos óbvios: é lá que as pessoas passam grande parte do dia. Se algo vai mal no emprego, toda a vida da pessoa, pode ser afetada. Nem sempre é o trabalho que estressa. Quando o trabalho deixa de ser um prazer, então sim, vem o estresse.

3. Quais são os sintomas de estresse? São muitos, mas os principais são:

– Dificuldades de respiração
– Alterações do humor
– Cansaço perene
– Suor em demasia
– Taquicardia
– Sono e apetite alterados
– Dores pelo corpo
– Infecções
– Perda de memória e concentração
– Problemas digestivos, etc Todos estes sintomas são apenas reações normais do organismo que está tentando fugir de uma situação desconfortável. 

II. CONCLUSÃO

O que deve fazer alguém estressado?

1. Ao primeiro sinal do estresse no trabalho, a pessoa deve avaliar o que a está prejudicando e mudar de hábitos. Porém, se a doença estiver em estágio avançado, é preciso procurar ajuda. Às vezes, é necessário até um afastamento temporário ou definitivo do emprego. Mas muitas vezes, basta mudar a postura frente à profissão.

2. Mudança no estilo de vida. É preciso adquirir ou reforçar os hábitos saudáveis de vida: boa alimentação, exercícios físicos, descanso, dormir o tempo certo, abandonar os vícios, etc

3. Aprenda a dizer não. Muita gente fica estressada devido ao acúmulo de trabalho, portanto é essencial saber dizer não, quando sentir que o que lhe está sendo pedido vai além da sua capacidade ou de suas forças físicas e/ou emocionais.

4. Aprender a relaxar. Entre num quarto sossegado, instale-se confortavelmente, feche os olhos e respire de maneira ritmada. Não se distraia durante 10 a 15 minutos. Faça isto duas vezes por dia.

5. Exercite-se regularmente. Tente fazer exercícios pelo menos três vezes por semana. Lembre-se de que o melhor exercício, conforme dissemos ontem, é a caminhada, pois ela não tem contra-indicações. Trinta minutos diários trarão toda uma gama de vantagens. Se você quiser outro tipo de atividade física, consulte seu médico caso tenha mais de 40 anos ou sofre de alguma enfermidade. É bom fazê-lo também, se nunca praticou nenhum tipo de atividade física.

6. Descanse mais. Descanse o tempo de que necessitar. A melhor maneira de evitar a exaustão é dar, a você mesmo, o descanso apropriado para que as suas energias se renovem. Todas as pessoas necessitam, não apenas de férias, mas também de momentos de descanso da tensão.

7. Durma bem. O sono é insubstituível. Não utilize suas horas sagradas do descanso da noite com nenhum tipo de atividade. Seu corpo precisa descansar e sua mente também.

8. Trace objetivos dietéticos. Mantenha seu peso normal. Limite as calorias e gorduras que ingere. Use cereais e pão em vez de gordura e açúcar. Diminua a ingestão de açúcar. Use alimentos crus em suas refeições. Lembre-se de tomar um bom desjejum pela manhã. Evite refrigerantes e frituras.

9. Arranje novos interesses além da profissão. Cultive um hobby, ou seja, procure um passatempo de que você gosta. Fazer o que se gosta, é um poderoso calmante e, segundo os entendidos, um dos melhores é cultivar um jardim ou uma horta, ou ainda, observar peixes nadando em um aquário. Outro bom hobby é ler um livro inspirador ou ouvir música repousante.

10. Evite produtos químicos. Um dos sintomas do estresse é perda de controle. A necessidade de as pessoas se controlarem por meios artificiais é a causa da popularidade da nicotina, do álcool, da cafeína e das drogas. Portanto, pare de fumar, de beber bebidas alcoólicas, evite bebidas do tipo ‘cola’. Só tome remédios receitados por um médico. As drogas fazem com que uma pessoa se sinta controlada, mas na realidade não está. O verdadeiro controle envolve esforço, e não uma fuga da realidade.

11. E principalmente, saiba ouvir o corpo. Quando ele estiver gemendo ou ‘gritando’, é hora de dar-lhe atenção e parar ou diminuir sua carga de trabalho.

12. A maior arma contra o estresse é a auto-estima, pois quem vive estressado, normalmente não gosta de si, já que coloca todas as outras coisas antes de seu bem-estar. Quase sempre o estressado é uma pessoa que se deprecia, tem pensamentos negativos e sentimentos de inutilidade.

Uma das coisas que precisamos fazer para combater o estresse são exercícios.

Faça exercícios respiratórios com seu auditório. Peça-lhes que inspirem profundamente elevando os braços até que estejam paralelos ao lado da cabeça. Em seguida, devem soltar todo o ar dos pulmões dobrando o corpo, deixando os braços e a cabeça penderem em direção ao chão. Repita algumas vezes.

Se possível, distribua balões e peça-lhes que encham-nos ao máximo até estourarem. Este é um excelente exercício diário para ajudar a aumentar a capacidade respiratória.

Um grande alívio para muitos problemas físicos e emocionais, segundo o Dr. David Bresler, é o abraço.

O Dr. Voth, Psiquiatra da Menninger Foundation, afirma que o abraço ajuda a combater a dor a viver mais, protege contra enfermidades, cura a depressão e o estresse, além de ajudar a dormir sem sedativos.

O abraço alivia as tensões, combate a depressão, melhora a circulação sangüínea, vigoriza a auto-estima, rejuvenesce, promove a boa vontade e não tem efeitos colaterais desagradáveis.

Segundo os estudiosos, são necessários cinco abraços diários. Portanto, todos agora precisam dar cinco abraços. Abrace os que estão assentados ao seu redor.

Outro importante remédio gratuito para ajudar a eliminar as tensões e as dores é sorrir. O sorrir faz o cérebro produzir endorfina, substância que ajuda na produção de anticorpos, aumenta a imunoglobulina na saliva, que ajuda a combater gripes, resfriados e sinusites. Portanto, um bom remédio contra o estresse, é rir. Rir, por pelo menos 10 minutos diariamente.

Apesar de a maioria de vocês já terem sorrido ao se abraçarem, cumprimentem com um sorriso, pelo menos dez pessoas. Agora vocês podem, até mesmo, sair de seu lugar. À saída estaremos cumprimentando a todos.

Agradeça a presença do público e despeça-se, convidando-os para retornarem na próxima palestra. Entregue um pequeno convite na saída.

Este tema foi baseado em:

Palestra do Dr Daniel Faria Adaptado do Jornal Correio Brasiliense, 18/04/99Artigos da revista Vida e saúd

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I.DEFINIÇÃO DE AUTO-ESTIMA
1. Sentir-se competente para enfrentar os desafios básicos da vida e sentir-se merecedora da felicidade.
2. É crer em nosso direito de ser feliz – Acreditar que conquistas, sucessos, amizades, respeito, amor e aperfeiçoamento são adequados para nós.
3. É a soma da autoconfiança com o auto respeito.

II – REFLEXOS DA AUTO-ESTIMA
* A auto estima reflete o como julgamos a nossa capacidade para enfrentar os desafios da vida, os problemas e também se nos julgamos no direito de sermos felizes, nos respeitando e defendendo nossos próprios interesses e necessidades.
* Todos nós formamos uma imagem mental de nós mesmos. Ela reflete o conceito do tipo de pessoa que pensamos ser. Se pensamos bem a nosso respeito, significa que nos aceitamos, o que não quer dizer que somos perfeitos, quer dizer que nos aceitamos com nossas faltas assim como com nossas qualidades, e isso quer dizer que merecemos o respeito dos outros.
* Todos nós fazemos alguma coisa que não gostamos de vez em quando, mas se temos segurança de que também fazemos coisas certas, isto é ter uma boa auto-estima.
* Ter auto-estima elevada, é conhecer os nossos limites é saber até onde podemos ir e confiar no que fazemos.

III. QUANDO É QUE CONSEGUIMOS ESSA AUTO-ESTIMA?
É basicamente na infância quando sentimos que fomos amados e queridos pelos pais ou por pessoas que conviveram conosco na infância.
Quem não se sente amado não vai acreditar em si mesmo.
É na família que vai haver a possibilidade da criança crescer, confiar em si mesma e nos outros.
Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as chances de estabelecermos relações saudáveis, trataremos os outros com mais respeito, e boa vontade, mas alegres.

IV. AUTO-ESTIMA X EGOÍSMO
Quando falamos em auto-estima muitos a associam com egoísmo. A pessoa egoísta volta todo o seu amor para si mesma. Já a pessoa que tem auto-estima, amor próprio, é uma pessoa generosa, que se interessa pelo bem estar alheio e pode estabelecer uma verdadeira relação amorosa. A Bíblia é clara ao dizer que devemos amar aos outros com nós mesmos. O que às vezes acontece, é que só nos preocupamos em amar aos outros e nos esquecemos de nós mesmos. Eu não posso dar aquilo que não tenho.

V – AUTO-ACEITAÇÃO
Cada um de nós provavelmente encontra uma longa lista de coisas a seu respeito para não se gostar, se temos cabelo liso gostaríamos dele crespo, se somos magros, gostaríamos de ser mais cheinhas, e tem momentos em que fazemos certas coisas das quais nos arrependemos muito.
Todos nós nos sentimos inferiores em algum momento de nossas vidas.
O problema é nos sentirmos freqüentemente inferior, pois isto pode nos atrapalhar de vários modos. Por exemplo quando nos sentimos assim e entramos numa sala com pessoas, podemos achar que todos estão nos olhando, e você se pergunta, por que? Será que estou com roupa suja? Onde ponho minhas mãos?
Não se gostar torna as pessoas muito sensíveis a críticas ou mesmo elogios.
Como você reage quando é elogiada pelas suas roupas? Responde que é uma roupa tão velha que nem sabe onde comprou?
Com isso você desvalorizou o gosto da outra pessoa, e o elogio que ela fez.
O modo como você aceita um elogio indica quanto você se respeita e aceita.
Um simples obrigada mostra que você aceita o elogio que recebeu sem desmerecer a outra pessoa.

VI. CONCLUSÃO
Nós fomos criados à imagem de Deus e isto nos faz compreender o amor e aceitação que temos diante dEle.
Passamos a ver a nós mesmos como objetos do amor de Deus e isto estabelece o nosso valor no sentido mais verdadeiro e conveniente.
Devido ao grande amor que Deus nos concedeu, podemos amar e aceitar, tanto nós mesmos quanto aos a outros. l S. João 4:19: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro. ”

Se Deus nos criou de uma forma maravilhosa, à sua semelhança, nós temos que ser pessoas felizes, pessoas gratas ao nosso Criador, Mantenedor e Salvador.
A pessoa feliz sabe tomar decisões, acredita em sua capacidade sem tornar-se arrogante, aceita seus erros quando os comete, sente seu valor pessoal, porque ela se coloca nas mãos de Deus e permite que Deus a use para servir.

Deixo com vocês, algumas promessas maravilhosas!
1. Nunca mais direi em não posso, pois tudo posso naquele que me fortalece. Fil. 4:13
2. Nunca mais direi não tenho, pois o meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória há de suprir todas as minhas necessidades em Cristo Jesus. Fil. 4:19
3. Nunca mais direi tenho medo, porque Deus não nos dá um espírito de covardia, mas de poder, amor e moderação. 1 Tim. 1:7
4. Nunca mais direi que tenho dúvidas ou falta de fé, porque eu tenho a medida de fé que Deus repartiu a cada um. Rom. 12:3
5. Nunca mais direi que sou fraco, porque o Senhor é a fortaleza de minha vida. Sal. 27:1 Mas o povo que conhece a Deus o Seu Deus se tornará forte e ativo. Dan. 11:32
6. Nunca mais direi estou derrotado, porque Deus com Cristo Jesus sempre nos conduz em triunfo. 2 Cor. 2:14
7. Nunca mais direi que não tenho Sabedoria, pois Cristo Jesus sempre se torna da parte de Deus, minha sabedoria. 1 Cor. 1:30
8. Nunca mais direi que estou preocupado e frustrado, pois estou lançando sobre ele todas as minhas ansiedades, porque Ele tem cuidado de mim. 1 Pedro 5:7
9. Nunca mais direi que estou condenado, porque nenhum condenado há para os que estão em Cristo Jesus. Rom. 8:1

Que você, possa realmente procurar, a verdadeira alegria naquele ser que nos criou a sua imagem e semelhança.

Do livro “Viva Feliz Com Qualidade”

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