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Posts Tagged ‘educação sexual’

Texto copiado do Blog Pscologia & Sexologia de Virgilio Nascimento

 A compulsão sexual é caracterizada por uma grande número de fantasias sexuais que ocupam a mente do indivíduo, deixando-o inquieto, e que o impede de fazer outras coisas de maneira dedicada, concentrada e coerente. Ele só “pensa naquilo” e têm fantasias sexuais durante todo o tempo e não consegue concentrar-se em outra coisa que não sejam estas fantasias. Normalmente, tais indivíduos não ficam só na fantasia, e a doença os leva aos comportamentos sexuais exagerados e, às vezes, perigosos. Considera-se que para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, esse comportamento acima descrito deve durar pelo menos seis meses.

A diferença entre compulsão e obsessão está na necessidade repetitiva de realizar atos sexuais. A atividade sexual passa a dominar as atividades da vida diária da pessoa e acarreta prejuízos, ou seja, a pessoa perde o controle do impulso sexual, sente uma constante necessidade de buscar sexo (em muitos casos, não necessariamente com o coito) e vira dependente. A obsessão tem menor intensidade de ansiedade e traz menos conseqüências sociais. Em sexo, não há regras definidas de certo ou errado nem de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.

Não é pensar em sexo, mas sim, pensar de uma forma compulsiva, repetitiva, e que não consegue evitar. As mulheres são em menor número na compulsão sexual, mas não na compulsão por comida, álcool, drogas onde a porcentagem é maior.

O processo até a compulsão sexual geralmente não ocorre rápido. O impulso sexual quando demasiadamente reprimido, ressurge em subprodutos como a doença mental, compulsão sexual neurótica, e os desvios de conduta. O impulso sexual é o componente psicossomático do comportamento sexual, é o fluxo vital das energias sexuais. A sua manifestação pode sofrer influência externa, através da cultura, da educação, dos mitos do que é certo ou errado. O homem necessita equilibrar as forças do impulso sexual, conduzindo-o para formas de comportamento sexualmente aceita na sociedade.

Os prejuízos para o compulsivo sexual são muitos, tanto na esfera pessoal e social. Quando é descoberto o preconceito é grande, pois gera medo e ansiedade nas pessoas que convivem com o compulsivo. Desta forma ele é colocado de lado e repudiado pela sociedade. Na esfera pessoal o seu sofrimento por fazer o que não aceita leva desde a dificuldades de relacionamento até o suicídio.

Existem alguns tratamentos que dependem inicialmente da própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e procurar o acompanhamento de um terapeuta que vai tratar a sua grande ansiedade. A terapia é fundamental e busca as raízes do problema. Também é importante ingressar em um grupo de auto-ajuda no moldes dos Alcoólicos Anônimos, onde a troca de experiências faz com que o paciente aprenda mais sobre a dependência e como lidar com ela. Medicamentos também podem ser usados de uma forma sintomática, diminuindo a ansiedade, dando tempo para se ter os resultados da terapia. Sempre a participação do companheiro(a) é essencial para qualquer terapia, pois é com ela que ele mais convive, mais confia e que nos momentos de maior ansiedade pode, por meios aprendidos pelo tempo de convívio, aliviar e relaxar o parceiro. Ela deve estimular o tratamento pela terapia e deixar claro que pode contar com a sua ajuda e que espera com os bons resultados do tratamento poder curtir muitos bons e intensos momentos sexuais com muito carinho e afetividade.

Por CELSO MARZANO (extraido)

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Um jovem me fez uma pergunta a respeito desse assunto, não sabendo como responder fui a procura de resposta em um site de psicologia cristã cheguei ao Blog Psicologia e Sexualidade que é um otimo apoio aqueles que precisam de ajuda com assuntos relacionados a Sexualidade. Virgilio é um profissional na area da Psicologia e sexualidade e o melhor de tudo é que tem uma perspectiva cristã. Tomei a liberdade de copiar o texto e posta-lo aqui. Mais para os que quiserem ler na integra aqui esta o link.

MASTURBAÇÃO

Discutido desde os tempos mais remotos, o tema Masturbação ainda hoje continua carregado de incógnitas e cercado de tabus. Etimologicamente, masturbação é entendida como: profanar com as mãos ou poluir com as mãos. Vem do latim manus (mão) e stupro (perverter/profanar). O ato se refere quando o individuo dá prazer de cunho sexual a si mesmo através da manipulação dos genitais (ou com o uso de objetos). Vale a pena diferenciar 3 tipos de Masturbação: Infantil, a Dois, Auto-erotismo.

Masturbação Infantil

Considera-se Masturbação Infantil o fato de crianças ainda pequenas manipularem seus genitais. Neste caso a situação decorre da necessidade de descoberta natural do próprio corpo pelas crianças. As crianças desenvolvem atividades masturbatórias pelo simples fato de sentirem prazer, não estando ligada à fantasia sexual como no caso do adolescente e do adulto[1]. A partir das contribuições freudianas a sexualidade infantil passou a ser tema incontestável. A auto-descoberta deve ser trabalhada pelos pais como uma fase normal do crescimento da criança na formação de sua Identidade. Os órgãos genitais devem ser apresentados, devendo as orientações estar ausentes de imposições restritivas culposas ou do uso de termos depreciativos. Ao mesmo tempo os pais devem estar atentos para que o prazer advindos desta manipulação não se fixe de maneira exagerada.

Masturbação a Dois

A manipulação dos órgãos genitais num relacionamento a dois é erroneamente chamada de masturbação, no entendimento que queremos dar neste artigo. Pode fazer parte das atividades preliminares, sendo um momento especial de afeto e preparo para a o ato sexual propriamente dito. Também chamada de hetero-masturbação, em que o (a) parceiro (a) estimula o outro com as mãos ou objetos, com o intuito de dar-lhe satisfação sexual. Existe ainda a masturbação simultânea ou mútua, em que os parceiros se satisfazem ao mesmo tempo, usando as mãos ou objetos, e a masturbação com penetração simultânea. Em qualquer dos casos o objetivo geralmente é de dar maior prazer ao relacionamento sexual e obtenção de orgasmo. [2]

Auto-Erotismo

Comumente, usa-se o termo masturbação para o sexo solitário, quando o individuo através da manipulação de seus órgãos genitais (ou uso de objetos) busca o prazer e o orgasmo. Sobre esta prática nos deteremos mais.

Masturbação na História

Em algumas civilizações da Antiguidade a masturbação era permitida como forma de obtenção de prazer. Entre os gregos e os romanos tal ato era reprovado, especialmente entre os mais jovens, pois se considerava como prejudicial o desperdício de energia vital. Na Mesopotâmia era considerado ritual “impuro”. Na Idade Média, filósofos e médicos reprovavam a masturbação. A Santa Inquisição considerou heresia tal prática, e o infrator era tido como possuído por dois demônios “Incubus” e “Súcubus”. A masturbação os alimentava e permitia que estes se reproduzissem. O infrator poderia pagar com a própria vida. Além disso, relacionavam a prática ao pecado de Onã, castigado com a morte pelo próprio Deus. Daí o termo Onanismo ser confundido com masturbação.
No século XVIII, Simon André Tissot (médico suíço) através do que se conhece como “Teoria da degeneração sexual”, tendo em vista a dificuldade no diagnóstico de algumas doenças referiu-se a masturbação como sendo a causa de toda o problema. “A doença mental era especialmente intrigante para Tissot, o comportamento incomum ou inexplicável da doença mental “parecia” semelhante ao de machos desvirilizados e ele englobou tudo isso na categoria da degeneração: sendo um degenerado uma pessoa má, nociva ou moralmente corrupta[3]. Devido aos esforços diligentes de Tissot, sua teoria tornou-se aceita no mundo médico. Em 1758, ele convenceu os pensadores médicos de sua época de que a perda do fluido seminal vital era responsável pela doença tanto física quanto mental. Vale a pena ressaltar que Tissot baseou suas observações em situações de efeitos da castração, e não conhecia o hormônio Testosterona. Sua influência difundiu-se no mundo, persistindo ainda até os nossos dias.
Nos Estados Unidos teve dois defensores importantes: o reverendo Sylvester Grahan, que acreditava que dieta, boa forma física e abstinência seriam a defesa contra a tentação viciosa da masturbação; e John Harvey Kellog. Grahan desenvolveu uma “bolacha saudável” que supostamente reduziria as necessidades carnais. Já Kellog, médico, de Battle Creek Sanitariun, seguidor mais ardoroso de Grahan. Criou uma dieta saudável para o tratamento da insanidade. Processava cereais e nozes, e afirmava que ao ingeri-los no lugar de carne “reduziria os desejos da outra carne”. J. Money , em seu livro “Lovemaps” escreve que Kellog foi um ardoroso advogado antimasturbatório da degeneração. Para os casos intratáveis, no caso de meninos aconselhava costurar a pele do prepúcio com fio de prata, ou em caso extremo a circuncisão sem anestesia. Para as meninas recomendava que o clitóris fosse queimado com fenol. Em alguns lugares praticava-se a infibulação (costura dos lábios vaginais). Mesmo com o avanço da medicina através de Louis Pasteur e Robert Koch, muitas idéias antigas se mantiveram vivas.
Na Inglaterra as idéias de Tissot tiveram como aliados o casal Baden Powell, criadores do Movimento Escoteiro Mundial. Os escoteiros surgiram como forma de combater a masturbação entre adolescentes e jovens através de um programa de incentivo as práticas sociais, valorização da moralidade e incremento do desenvolvimento físico.
Fábulas e Crendices em torno da Masturbação
Dentre os diversos mitos criados em torno do tema masturbação, e que de certo modo ainda persistem, estão os de que provoca espinhas no corpo, faz crescer pêlos nas mãos, causa emagrecimento, aumenta os seios masculinos, ocasiona tuberculose, impotência sexual e loucura.

Afinal, Masturbação: SIM ou NÃO?

Os defensores da prática masturbatória alegam que esta faz parte do desenvolvimento sexual natural do indivíduo. Munjack defende que a masturbaçãso traria vários benefícios, entre eles: um treinamento para um melhor orgasmo, aumento do conhecimento sobre as partes mais sensíveis sexualmente, aumento da vascularização pélvica, experiência de novas fantasias, descontraimento e brincadeira, etc… Contestado por outros autores, como Stekel[4], que em seus estudos observou que a reação masturbatória está muitas vezes ligada a reações neuróticas de descarga energética, e possibilidade de ocorrer uma “dependência química” uma vez que o ato se estabeleça com regularidade, incluindo aí as crises de abstinência. Segundo este autor ainda existiria uma relação íntima entre masturbação, perversões e desvios sexuais (sadismo, masoquismo, fetichismo, pedofilia, homossexualismo), além da mente ser estimulada cada vez mais a fantasias mais lascivas.

Uso na Terapia Sexual

Em alguns casos de atendimento de casais em Terapia Sexual faz-se necessário a utilização de atividades masturbatórias. Usado como técnica nos casos de controle da ejaculação precoce e ejaculação retardada. Nos casos de mulheres anorgásmicas primárias exercícios graduais de toque e estimulação são implantados como mecanismo de desenvolvimento da sensibilidade sexual.
A Lógica do Prazer Sexual segundo a Bíblia
Segundo o Gênesis o surgimento da Sexualidade se dá junto com a Conjugalidade, ou seja, no momento em que Deus institui o primeiro casamento entre Adão e Eva. A Sexualidade surge como ingrediente fundamental na coesão e conhecimento mútuo do casal. Surge como energia e força mobilizadora de união e identificação. Existe toda uma química favorável a esse encontro, e seu despertamento deveria se dar em função do outro. “Isso significa que Deus planejou o aspecto físico do ato sexual como parte da intimidade total do coração e da mente, que é o casamento.[5] No ato masturbatório o indivíduo deixa de ter a premissa básica – o outro. Desta forma, contrariando o princípio bíblico, a masturbação decorre de desejos egocêntricos. De fato, alguns indivíduos dados à masturbação têm sérias dificuldades de relacionarem-se com o sexo oposto, dificuldades de controlar os impulsos sexuais necessitando desta prática como alivio a tensão sexual.
Outra forma de vermos a questão se dá no plano mental específico – o da fantasia. Para que o individuo consiga estimular-se manualmente e chegar ao gozo é fundamental que recorra a fantasias (cenas, imagens, sons) que lhe introduzam no clima sexual, sem o qual não chegará ao ápice. Podemos facilmente entender essa lógica, imaginando alguém (normal) se masturbando e cantando um hino religioso (se isso for possível), se conseguirá se satisfazer sexualmente ou não? Muito provavelmente não. O ensino bíblico deixa claro que o pecado contra o sétimo mandamento (“não adulterarás”) se dá inicialmente na mente, com a cobiça do (a) outro (a) que lhe não pertence. Na maioria dos casos a masturbação executa este papel. O problema não está na fantasia, no ato sexual entre duas pessoas a fantasia deve estar presente, a questão é que mais uma vez o outro não existe.

Citações de EG White sobre a Masturbação

“Algumas crianças começam a prática da masturbação na infância; e ao avançarem em anos, as paixões concupiscentes crescem com o seu crescimento e fortalecem-se com a sua força. Não têm mente tranqüila. Seu comportamento não é reservado e modesto. São ousados e atrevidos, e permitem-se liberdades indecentes. O hábito da masturbação degradou-lhes a mente e manchou-lhes a alma.” Testimonies, vol. 2, pág. 481.

“O efeito de tão degradantes hábitos não é o mesmo em todas as mentes. Existem crianças que têm as faculdades morais muito desenvolvidas e que, associando-se com crianças que praticam a masturbação, tornam-se iniciadas no vício. Sobre esses, o efeito será freqüentemente torná-los melancólicos, irritadiços e desconfiados; esses, entretanto, podem não perder o respeito pelo culto religioso, e talvez não demonstrem especial deslealdade com respeito às coisas espirituais. Por vezes sofrerão intensamente com sentimentos de remorso, julgando-se degradados aos próprios olhos, perdendo seu respeito próprio.” Testimonies, vol. 2, pág. 392.

“Nas pessoas viciadas no hábito da masturbação é impossível despertar-lhes as sensibilidades morais para apreciarem as coisas eternas, ou deleitar-se em exercícios espirituais. Pensamentos impuros tomam e controlam a imaginação e fascinam a mente, e segue-se um quase incontrolável desejo para a prática de atos impuros. Se a mente fosse educada a contemplar assuntos elevados, a imaginação ensinada a refletir sobre coisas puras e santas, ela seria fortalecida contra esse vício terrível, degradante, destruidor do espírito e do corpo. Seria, pela disciplina, acostumada a demorar-se nas coisas elevadas, celestiais, puras e sagradas, e não poderia ser atraída para esse vício torpe, corrupto e vil.” Testimonies, vol. 2, pág. 470.

“Alguns que fazem alta profissão de fé, não compreendem o pecado da masturbação e seus seguros resultados. O hábito longamente arraigado lhes tem cegado o entendimento. Eles não avaliam a excessiva malignidade deste degradante pecado.” Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 257.

“A masturbação destrói as boas resoluções, o esforço fervoroso, e a força de vontade para formar um bom caráter religioso. Todos os que têm qualquer verdadeiro senso do que significa ser cristão sabem que os seguidores de Cristo estão na obrigação, como discípulos Seus, de trazerem todas as suas paixões, forças físicas e faculdades mentais, em perfeita subordinação à Sua vontade. Os que são controlados por suas paixões não podem ser seguidores de Cristo.” Testimonies, vol. 2, pág. 392.

Concluindo…

Vivemos num mundo em que a Individualidade e o Individualismo são exaltados nos quatro cantos. A mídia direta ou indiretamente reforça o direito individual sobre o coletivo, o melhor exemplo disso é a internet que hoje cria situações virtuais de interação onde os atores relacionam-se com personagens fictícios. A exaltação descomedida do prazer pelo prazer invade todos os recantos da sociedade. Neste contexto a discussão sobre a masturbação se estabelece bem maior que o ato em si, e sim num contexto em que as variáveis como autruismo, cooperação, temperança e mutualidade se contrapõem ao egoísmo, hedonismo e competitividade.

[1] ALENCAR, CML de . Masturbação: Pecado, hábito ou necessidade, Revista Terapia Sexual, vol III, , Ed. Iglu, SP, 2000
[2] idem
[3] idem
[4] Stekel, W. Onanismo y homosexualidad, Ed. Iman, Buenos Aires, 1979
[5] WADE, L. Os Dez Mandamentos, CASA, Tatuí, 2006 p.65

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A Orientação Sexual inclui diversos aspectos da sexualidade e das relações que estabelecemos com os outros. Ela ultrapassa o âmbito da reprodução. Ao  falarmos sobre sexualidade abordamos o corpo, as sensações, a forma de nos expressarmos, os sentimentos e a qualidade da afetividade. 

Muitas informações que recebemos sobre sexualidade, sejam de pais, dos meios de comunicação, escolas, grupos sociais e religiosos, tendem a ser por vezes contraditórias e em muitos casos confusas ou até falsas. Que sexo é natural, faz parte da genética e a procriação está vinculada a sobrevivência da espécie, até sabemos. Mas isto não resume o que envolve a sexualidade humana.

Sexualidade é muito mais ampla. A penetração pode acontecer através do instinto para alguns de nós, mas não para todos nós. É interessante pensar que somos ensinados como executar a maioria dos comportamentos humanos básicos, como: se pentear, comer, se comunicar, ir ao banheiro e gradativamente, começamos a aprender os mais complicados, tais como: ler, escrever, andar de bicicleta, dirigir um carro…, no entanto quando falamos em sexo, somos supostos apenas a saber como fazer sexo, desvinculando de como exercer plenamente nossa sexualidade e com isso, o prazer, o encontro, o aconchego, a intimidade.
Muitos pais não sabem como tratar do assunto com os filhos e muitas duvidas são encontradas no dia a dia. Uma das perguntas mais frequentes é: Qual a idade mais propícia para se iniciar as conversas sobre sexo? Em que momento? Não vai despertar a curiosidade?

Compreendo que é complicado, mas reforço: Não há idade específica. Quando a criança começa a fazer perguntas ou quando o responsável nota algum comportamento diferente na criança relacionado à sexualidade, é o momento, ou melhor, é o início! Por isso precisa ser abordada com afeto, clareza, simpatia, envolvimento e que transmita segurança e naturalidade.

Esse momento “certo” pode ser:

            – Ao dar banho: da mesma forma que se ensina como lavar os cabelos, as orelhas, não esquecer da vulva (menina) e do pênis (menino), pois faz parte da higiene da criança, e com isso você está inserindo assuntos importantes: os cuidados e o respeito com o seu próprio corpo.

– Respondendo as perguntas de forma clara e compreensível, sobre o que ela perguntou e não sobre o que o você acha que ela deva saber, ou pior, simplesmente ignorar ou falar que o assunto não é para ela.

Em relação a curiosidade, não acredito que vá antecipar, vai  sim ajudar a esclarecer, pois dentro de casa, ela conta justamente com a afetividade, a segurança e o respeito que une a família.
 Outras dicas:

Ø       Quando a criança fizer uma pergunta, certifique-se que você entendeu o que ela está querendo saber
Ø       Em suas explicações, inclua mais do que simples fatos biológicos, mas não se prolongue demais responda apenas o que foi perguntado.
Ø       Quando a criança usar palavrões, explique o que significam e depois diga porque você não quer que ele use essas palavras. Lembre de que rir ou fazer brincadeira, poderá encorajá-la a repetição do feito.
Ø       Utilize os nomes corretos para as partes sexuais do corpo, em vez de usar termos como: “pintinho” para o pênis e “perereca” para a vulva
Ø               Ensine à criança que é certo dizer “não” a um adulto seja ele quem for.
Ø               Fale com as crianças sobre as transformações físicas antes  que elas  ocorram, de maneira natural e afetiva 
Ø               Discuta a menstruação e a ereção tanto com os meninos quanto com as meninas.
Ø               Não deixe tópicos como homossexualidade e prostituição fora da sua discussão.
Ø               Auxilie a criança a se sentir confortável em falar com você sobre sexo. Não faça a criança ficar constrangida
Ø               Depois de ter respondido às perguntas da criança, verifique se ele entendeu sua resposta e dê-lhe a chance de fazer outras perguntas
 Algumas Bibliografias Sugerida:

Ø       COLE, B. Mamãe  Botou um Ovo . Ed. Ática, 2000.

Ø       ______. Mamãe nunca me contou. Ed. Ática, 2004.

Ø       ______. Cupido. Ed. Ática, 2004.

Ø       ______. O Livro das péssimas boas maneiras. Ed. Ática, 1997.

Ø       COSTA, M. Sexualidade na Adolescência – dilemas e crescimento. Porto Alegre: L & PR, 1986.

Por Sheila Reis
contato@sheilareis.com.br

Veja tambem: Orientação sexual

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“O modo com que os pais falam aos filhos também influi sobre a maneira com que as crianças interiorizam as atitudes, os valores e os sentimentos dos mesmos. Os pais reforçam a curiosidade natural das crianças. Elogios, atenção e a presteza aos responder às perguntas das crianças constituem motivações para que elas continuem a experimentar e a fazer perguntas. A impaciência e a falta de respostas desencorajam a curiosidade, e a criança aprende a depressa a não fazer perguntas” (Manning, S. A.).

Um grande número de pais se questionam se devem falar ou quando falar, sobre as questões sexuais que seus filhos começam a elaborar!

A tendência é evitar. Se possível adiar para mais tarde. A sensação de vergonha e desconforto sobre os diversos aspectos da sexualidade, que podem surgir, causam inseguranças. Possivelmente devido ao  incomodo das recordações que esse assunto, lá atrás, causou. A hesitação talvez esteja nessas lembranças. As inibições afloram e entramos em contato com a nossa própria ambigüidade: o que nós devemos dizer, e como devemos dizer? O que nós pensamos e acreditamos sobre o sexo e o que nós queremos que nossas crianças acreditem?

As crianças quando começam a questionar é sinal de que elas querem saber, e contam com isso! Sentem que podem falar com seus pais, sobre o que lhe vier à cabeça. Sexualidade é mais um tópico entre muitos outros que estão por vir. Elas contam com um clima de abertura, não só para falar mas também, para escutar. Entretanto, se isso não ocorrer, não significa que não vão continuar indagando, só que à terceiros.

Se é muito incomodo esse assunto para você, leia alguns livros, discuta suas dificuldades com um amigo, um parente ou um profissional. O importante é que você se questione sobre o assunto e seus limites. Mesmo se você não puder superar completamente seu desconforto, em falar com seus filhos, sobre a diversidade de assuntos que está incluso na sexualidade, não se preocupe em admitir à eles. Não se iniba! Não permita que isso se transforme em desculpas, mantendo assim, o assunto fora das conversas familiares. É mais honesto e gera uma sensação de mais confiança dizer algo, como:

“Falar sobre sexo com vocês é estranho, não me sinto confortável porque não fui criada com esse tipo de liberdade. Mas como eu quero que vocês possam contar e falar comigo, inclusive sobre sexo, insistam em me perguntar! Se não souber a resposta de imediato, vou procurar saber!”

Não se preocupe  em saber sobre todas as respostas às perguntas das suas crianças. O que você sabe, é muito menos importante do que como você responde!

Algumas Dicas para Facilitar o Diálogo com as Crianças

·         Comece cedo: fica muito mais complicado estabelecer confiança e intimidade quando mais velhos.

·         Crie um ambiente aberto e honesto: onde fique claro que nenhum assunto está proibido.

·         Inicie a conversa: use oportunidades diárias. Estimule a troca de fatos e acontecimentos do dia a dia de vocês.

·         Escute o que a criança tem para falar.

·         Pergunte antes de responder: certifique-se, com ela, se você entendeu a pergunta. Assim você não responderá  mais do que foi questionado.

·         Seja paciente e disponível.

Construir um canal de comunicação entre você e sua criança facilitará outro tipo de ligação emocional: a confiança!

Proximo topico: Quando, Como e onde falar com os filhos sobre sexo.

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O milagre da vida

Ao longo da História – e especialmente em nossos dias – o sexo foi tão banalizado que poucos vêem a sublime união de dois seres como um dom divino. O ato de gerar uma vida através do encontro dos gametas masculino e feminino é fruto de uma engenharia além de nossa imaginação.
Como teriam se desenvolvido ao longo das eras e por processos casuais os complexos mecanismos da reprodução que se complementam perfeitamente?
Existe um paradoxo que sempre intrigou os pesquisadores: os seres vivos gastam um tempo precioso em busca de um parceiro e, quando o encontram, muitas vezes precisam proteger o “achado” de rivais. Mas, mesmo quando todo o esforço vale a pena, no caso individual ou da espécie, o sexo como forma de reprodução perde de longe para a reprodução assexuada. É pura matemática: enquanto cada indivíduo assexuado é capaz de ter um filho, na reprodução sexuada são necessários dois indivíduos. O resultado é que, desconhecendo o sexo, uma espécie pode se reproduzir duas vezes mais depressa. Como uma lei biológica elementar faz com que qualquer espécie tenda a propagar o seu estoque genético ao máximo – isto é, mediante o nascimento do maior número possível de indivíduos – então o certo seria antes só do que acompanhado.
Mas não é isso o que se observa na natureza e aí está o paradoxo: apenas a minoria de 15 mil espécies animais, das cerca de 2 milhões existentes no planeta, “prefere” se reproduzir assexuadamente, ou seja, crescendo e se dividindo. Talvez alguns respondam que os animais “preferiram” a reprodução sexuada pois, assim, é possível embaralhar as características maternas e paternas, criando em uma mesma espécie seres geneticamente diversificados e, portanto, com maiores chances de sobreviver.
Na verdade, o sistema nervoso de todo animal já nasce programado para o sexo. Como uma espécie de seguro adicional, os genes? ainda fazem com que certas glândulas jorrem hormônios, que desencadeiam o desejo, a atração sexual. Amar, de certo modo, é ter reações químicas em cascata. No caso da espécie humana, quatro milhões de receptores na pele podem captar os estímulos recebidos e enviar a mensagem do prazer ao cérebro. Como se pode perceber, é outro tipo de sistema perfeitamente ajustado e planejado, cuja perfeição deveria existir desde o início.
Se o ato conjugal é algo biologicamente maravilhoso, o que dizer da concepção e da gestação? Uma única célula ovo, formada pela união do espermatozóide com o óvulo, passa a se multiplicar e a se diferenciar, dando origem a células diferentes que farão parte de tecidos e órgãos especializados.
É interessante como Jó descreveu esse processo: “Não me derramaste como leite e não me coalhaste como queijo? De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste” (Jó 10:10 e 11). E o rei Davi, mil anos antes de Cristo, também ficou fascinado com a formação de um ser humano: “Pois Tu formaste o meu interior. Tu me teceste no seio de minha mãe. Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não Te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os Teus olhos me viram a substância ainda informe, e no Teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sal. 139:13-16).
Teria sido a reprodução assexuada e a sexuada com todo seu processo de dependência, a gestação e a formação da criatura no ventre, fruto do acaso?
Muitos são os motivos que me levam a crer , em uma sabedoria superior que planejou todo processo nos mínimos detalhes, então disse:
_ Crescei e multiplicai-vos.

E você…. crê nisso?

Outros textos relacionados:

* Deus existe

* As mãos de Deus no Universo

* Sinais de um Criador

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Namoro – Dicas para começar bem

Para meus filhos queridos!

Texto clonado da revista “Ação Jovem 2003”.

 Existem alguns fatores que sempre podem permitir que a vida transcorra num eterno namoro. E que devem ser observados desde o início do relacionamento. Veja só:

SINCERIDADE: é um ponto fundamental que deve ser observado desde o primeiro dia. Mentiras devem ser evitadas, porque quando descobertas são sempre as sementes de futuras e sérias desconfianças. Os parceiros devem mostrar-se como são. Com suas manias, com seu jeito próprio de ser. Assim, se houver algo que desagrade, as coisas poderão ser acertadas desde o início.

DIÁLOGO: ponto importantíssimo. É com diálogo que as diferenças poderão ser acertadas. Um poderá expor ao outro do que gosta ou não gosta, e os acertos poderão surgir. Ou não. Caso existam diferenças irremovíveis, certamente será melhor saber agora, do que mais tarde, quando estiverem mais envolvidos.

COMPREENSÃO: dentro do diálogo, as diferenças poderão ser acertadas, desde que haja compreensão de ambas as partes. O ajustamento é obtido aparando-se arestas. Um cede de um lado, o outro cede do outro, os acertos vão surgindo, e o namoro vai prosseguindo.

RESPEITO: Cada qual deve aprender a respeitar o espaço do outro. “Meu direito termina onde começa o seu, e o seu onde começa o meu”.

Numa vida a dois isso é muito importante. Nunca um deve prevalecer absoluto e soberano sobre o outro. O entendimento é o segredo.

Para começar bem o namoro

Conquiste. Dê um jeito de se fazer notar, mas seja discreto.

Namore no presente. Se o namoro está começando aproveite o agora. Evite fazer planos como comprar um carro em sociedade, casamento, etc.

Não é por estar namorando que vocês precisam se ver todo dia e falar ao telefone toda hora. Tem dia que todo mundo quer ficar sozinho. Faça um programa independente e aproveite o ‘feriado do namoro’ para no dia seguinte matar a saudade.

Faça elogios sinceros. Todo mundo gosta de ser valorizado e que os outros notem suas qualidades. Não tente impressionar nem inventar coisas a seu respeito.

Seja pontual. Nada de se atrasar para um compromisso. É uma questão de educação e não irrita quem está esperando você.

Não implique com as manias do outro. Você também tem as suas.

Procure assuntos que tenham em comum para conversar.

Não comente os defeitos dele/dela em público. Guarde só para você.

Não idealize o namoro para não arrumar briga cada vez que suas expectativas não forem correspondidas.

Se vocês são de níveis sociais diferentes, cuidado com o que fala.

Quer mandar um bilhete? Mande, mas assine.

Um presentinho simples pode fazer milagres.

Valorize os gestos e presentes por menores que sejam.

Um sorriso é sempre bem-vindo.

Mostre que você se orgulha de ser quem é, sem parecer esnobe.

Modéstia demais também atrapalha. Não tenha vergonha de falar do que já conquistou.

Peça sempre um conselho. Ele ou ela se sentirá especial. Demonstre que as opiniões dele/dela são importantes para você.

Fale sobre coisas importantes e sobre coisas sem importância também.

Procure estar sempre com o mesmo estado de espírito.

Não se desespere diante de imprevistos. Pare e pense.

Dê uma paradinha para respirar. Ficar investindo na paquera o tempo todo cansa.

Sempre que for dar uma bronca, pergunte-se antes se não pode substituí-la por uma gargalhada.

A aparência é importante. Preste atenção no seu visual. Mas não se esqueça que os cuidados vão além do que aparece no espelho. Procure ser uma pessoa interessante, cheia de novidades e assuntos legais para conversar.

Nas pequenas e nas grandes coisas, tratar com carinho é muito importante. E não é só no toque. Tem também o jeito de falar, de olhar, de conversar sobre os problemas de vocês.

Você não precisa contar todos os seus namoros, problemas e brigas de família. A intimidade e o conhecimento do outro são coisas que vão acontecendo aos poucos nos relacionamentos.

Para resolver as diferenças com seu par devem ser observados dois pontos básicos: confiar no amor que sentem um pelo outro e ter vontade de se entender e de viver bem com ele.

É legal fazer e receber surpresa, mas nem todas são bem-vindas. Pense nisso quando aparecerem idéias mirabolantes na sua cabeça.

Não deixe o seu relacionamento entrar numa rotina enfadonha. Os mesmos programas, as mesmas pessoas, o mesmo tipo de roupa, conversa, atitude e briga.

Não se acomode. Faça o seu mundo crescer.

Se os dois tem condições financeiras iguais, o legal é você pagar umas vezes e ele/ela pagar outras e dividir a conta de vez em quando. Se um tem mais dinheiro, contribui mais.

Tente manter o bom humor nas catástrofes. Se você ficar de mau humor e descontar toda a sua raiva em cima do seu par, pode ficar sem ele. Se não há nada que você possa fazer, tente rir de sua irritação.

   Namore muito com responsabilidade, e seja feliz!

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Na Bíblia, o livro o Cântico dos Cânticos é dedicado totalmente à celebração do amor entre um homem e uma mulher dentro de uma aliança de respeito e lealdade. Ao nos dar um exemplo de duas pessoas celebrando o sexo e não escrevendo um manual de como praticar o sexo, o autor bíblico motiva e inspira, em vez de instruir e ensinar, supre nossa imaginação com imagens saudáveis e benéficas e desperta em nós a ação de graças a Deus pela sua boa dádiva.
A sociedade moderna ensina que o sexo é uma habilidade que precisa ser muito bem aprendida antes do casamento para evitar desastre. Contrastando-se com essa corrente, a Bíblia demonstra que a plenitude da expressão sexual não pode ser experimentada porque também o casamento não pode ser experimentado. Isso quer dizer que duas pessoas que são sexualmente ingênuas e inexperientes levam vantagem evidente quando se casam. Têm o privilégio de expressarem o amor e o sexo corporificados na primazia e privacidade de um relacionamento próprio e inédito. Neste caso, em vez de se sentirem inseguros sexualmente, ficam fortalecidos em sua sexualidade pela visão bíblica de uma união completa à luz da aliança.
Há bastante livros sobre a técnica sexual, ensinando como chegar ao prazer sexual, o melhor é fazer uso limitado, exercendo senso crítico. A esposa é a melhor pessoa para dizer como gostaria de ser amada, assim como o esposo o é.
O livro Cantares demonstra a experiência de um casal de apaixonados a se cortejarem mutuamente, nas núpcias. Revela os dois amantes preparando um ao outro para experimentarem o prazer das carícias, e a sabiamente advertirem um ao outro a que não ajam de forma precipitada (2:7). Manifesta os amados a admirarem os detalhes um do outro de sorte que seria embaraçoso se a cena fosse observada por alguém mais (4:10). O livro narra ainda duas pessoas se revelando na exclusividade (5:1) e privacidade de suas carícias, tendo somente Deus como observador legítimo.
Deus planejou o prazer. Deu-nos, em abundância, capacidade de poder sentir o sabor, de poder tocar, de poder sentir os diversos aromas, de poder ver e ouvir. Cada sentido é mediador tanto do prazer quanto da dor. O prazer sensual – faz vibrar e atormentar nossos sentidos. A atração nos faz desejar mais. E o prazer adicional finalmente conduz a um momento em que o desejo é saciado, e, por um momento, vem o relaxe.
Quando o prazer sexual é visto com inquietação ou repulsa, marido e mulher perdem não apenas a paixão um pelo outro como também sua paixão pelo Céu. “Essa perda não é coisa de pouca monta. Se Deus criou o sexo para proporcionar mais do que prazer físico e relacional, então devemos olhar a sexualidade como importante janela para o coração de Deus”.
O prazer proporcionado pelo o ato sexual está intimamente ligado ao orgasmo alcançado por ambos os cônjugues.
O que acontece no orgasmo da mulher? “Tudo. Todas as linhas e circuitos de transmissão de todo o corpo ficam súbita e deliciosamente sobrecarregados. Os fios tornam-se cadentes, os fusíveis estouram, as campainhas tocam – e depois tudo se acaba até a próxima vez”.
Com o aumento da excitação, intensifica-se, também, a atividade das glândulas. A certa altura a consciência do mundo externo se desfaz gradativamente pela eliminação da atividade cerebral, em consequência da intensidade da excitação, até que ocorre o orgasmo, o clímax da sensação voluptuosa. Produz-se, nesse momento, uma contração convulsiva de todas as glândulas e músculos do aparelho genital feminino. A secreção mucosa das glãndulas que revestem o útero e o cérvix aumenta rapidamente, a fim de preparar o caminho para os espermatozóides.
Os movimentos vibratórios que se propagam a todo o corpo da mulher produzem nela uma sensação que dever ser muito semelhante à do homem durante a ejaculação – isto é, a sensação de que está expelindo alguma coisa, de que o corpo está forçando alguma coisa a descer para a zona genital, e daí para o mundo exterior, para o homem; a mulher tem a sensação de estar dando alguma coisa de si mesma ao homem, no sentido puramente físico da expressão.
Ao se aproximar o orgasmo, todo o corpo da mulher se acelera. Os batimentos cardíacos vão a 160 ou mais por minuto. A respiração torna-se ofegante e suspirante. A pressão sanguínea pode duplicar. Enquanto isso, a pelve acha-se em um estado de agitação selvagem. Todas as veias estão a ponto de estourar, a vulva pulsa ritmicamente ao ponto de prender o volumoso pênis. Os nervos sensoriais estão no limite sorvendo cada minúscula gota de sensação. A energia enviada para o aparelho sexual é tão grande que as luzes do cérebro começam a apagar. A moça perde a noção de tudo o que a cerca e toda a sua atenção é concentrada naqueles vitais cinco por cento do seu corpo.
De repente o computador principal é acionado e tudo acontece! Indescritíveis sensações partem da vulva, da vagina e do clitóris através de todo o sistema nervoso. As zonas primitivas do cérebro tomam o controle. O dorso se arqueia, a pelve joga-se para frente, os músculos que cercam a vulva e a vagina se expandem e se contraem, enviado ondas de sensação, que percorrem todo o corpo rapidamente. Se esvaziam as veias da pelve, a pele se cobre de gotas de suor, e uma sensação de tranquilidade flui por todo o corpo.
Ao orgasmo segue-se uma fase de repouso e tranquilidade, e a mulher permanece algum tempo em estado de bem-estar satisfeito.
O orgasmo do homem é bastante simples e fácil de entender, consiste em um entusmecimento do órgão genital, sendo seguida da ejaculação do sêmem.

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