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Texto extraido do Blog Meditando em Jesus

O OLHO DE DEUS

(Adaptado do texto de H. Dennis Fischer)
 
“Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração” (II Crôn. 16:9)
O telescópio espacial Hubble tirou fotos da nebulosa Helix. Alguns astrônomos descrevem-na como “um túnel de gases reluzentes de trilhões de milhas de comprimento”. Ela está a 650 anos luz do nosso sistema. No seu centro está uma estrela em extinção que emite poeira e gases que se estendem ao longo da sua borda exterior. Fotos como esta, fazem parecer a íris azul de um olho humano completo, até com pálpebras. Por causa destas características, alguns a apelidaram de “O olho de Deus”. Opiniões a parte, a imagem transmite a beleza de mais uma das obras do Deus do universo.
Embora essa nebulosa não seja, num sentido literal, o olho de Deus, as escrituras dizem que Deus está observando as nossas vidas, conforme lemos acima nas palavras do profeta Hananias.
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Essa proclamação, do olho de Deus que tudo vê, foi pronunciada porque o rei Asa, para garantir sua segurança militar, buscara apoio de um outro rei. Parece que este rei se esqueceu que foi o Senhor Deus que lhe havia dado no passado vitórias sobre os seus inimigos, e não simplesmente soldados (14:11-12). Essa deslealdade espiritual não passou despercebida de Deus, que preferencialmente, tem prazer em derramar bençãos ao povo que produz atos de obediência a Ele.
Embora ainda não possamos ver os olhos de Deus, podemos estar seguros de que Ele sempre nos vê. Muitos e muitos seres humanos, mais do que naquela época, até mesmo aqueles que são professos tementes a Deus, cometem o mesmo erro que Adão e Eva no jardim do Éden – tentam se esconder de Deus quando cometem algum tipo de desobediência (Gênesis 3:9-10). Neste jogo, quase que infantil de esconde esconde, o homem tenta se esquivar da sua própria desgraça, da sua própria morte, enganado-se a si mesmo, “jogando sua sujeira embaixo do tapete”, se esquecendo como fez o rei Davi ao adulterar (II Samuel 11:4), que Deus não perde a atenção em sequer um mínimo detalhe de nossas vidas.
Você tem consciência de que está fazendo algo que desagrada ao Senhor? Aquela voz que de vez em quando você ouve, que te chama a pensar lá no seu íntimo, que gostamos de chamar de intuição (Espírito Santo) lhe fala a mente nestas ocasiões? Você tem acariciado algum pecado de estimação? Saiba que Deus não deixará de amá-lo por causa disso, porque Deus ama o pecador. Mas saiba também que Deus odeia o pecado e que algum dia, um dia não muito distante, Deus destruirá aqueles que não querem se livrar deste “vírus”, porque o vírus só se torna doença, quando está com alguém.
REFLEXÃO: “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (Provérbios 15:3)
 
 

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I.DEFINIÇÃO DE AUTO-ESTIMA
1. Sentir-se competente para enfrentar os desafios básicos da vida e sentir-se merecedora da felicidade.
2. É crer em nosso direito de ser feliz – Acreditar que conquistas, sucessos, amizades, respeito, amor e aperfeiçoamento são adequados para nós.
3. É a soma da autoconfiança com o auto respeito.

II – REFLEXOS DA AUTO-ESTIMA
* A auto estima reflete o como julgamos a nossa capacidade para enfrentar os desafios da vida, os problemas e também se nos julgamos no direito de sermos felizes, nos respeitando e defendendo nossos próprios interesses e necessidades.
* Todos nós formamos uma imagem mental de nós mesmos. Ela reflete o conceito do tipo de pessoa que pensamos ser. Se pensamos bem a nosso respeito, significa que nos aceitamos, o que não quer dizer que somos perfeitos, quer dizer que nos aceitamos com nossas faltas assim como com nossas qualidades, e isso quer dizer que merecemos o respeito dos outros.
* Todos nós fazemos alguma coisa que não gostamos de vez em quando, mas se temos segurança de que também fazemos coisas certas, isto é ter uma boa auto-estima.
* Ter auto-estima elevada, é conhecer os nossos limites é saber até onde podemos ir e confiar no que fazemos.

III. QUANDO É QUE CONSEGUIMOS ESSA AUTO-ESTIMA?
É basicamente na infância quando sentimos que fomos amados e queridos pelos pais ou por pessoas que conviveram conosco na infância.
Quem não se sente amado não vai acreditar em si mesmo.
É na família que vai haver a possibilidade da criança crescer, confiar em si mesma e nos outros.
Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as chances de estabelecermos relações saudáveis, trataremos os outros com mais respeito, e boa vontade, mas alegres.

IV. AUTO-ESTIMA X EGOÍSMO
Quando falamos em auto-estima muitos a associam com egoísmo. A pessoa egoísta volta todo o seu amor para si mesma. Já a pessoa que tem auto-estima, amor próprio, é uma pessoa generosa, que se interessa pelo bem estar alheio e pode estabelecer uma verdadeira relação amorosa. A Bíblia é clara ao dizer que devemos amar aos outros com nós mesmos. O que às vezes acontece, é que só nos preocupamos em amar aos outros e nos esquecemos de nós mesmos. Eu não posso dar aquilo que não tenho.

V – AUTO-ACEITAÇÃO
Cada um de nós provavelmente encontra uma longa lista de coisas a seu respeito para não se gostar, se temos cabelo liso gostaríamos dele crespo, se somos magros, gostaríamos de ser mais cheinhas, e tem momentos em que fazemos certas coisas das quais nos arrependemos muito.
Todos nós nos sentimos inferiores em algum momento de nossas vidas.
O problema é nos sentirmos freqüentemente inferior, pois isto pode nos atrapalhar de vários modos. Por exemplo quando nos sentimos assim e entramos numa sala com pessoas, podemos achar que todos estão nos olhando, e você se pergunta, por que? Será que estou com roupa suja? Onde ponho minhas mãos?
Não se gostar torna as pessoas muito sensíveis a críticas ou mesmo elogios.
Como você reage quando é elogiada pelas suas roupas? Responde que é uma roupa tão velha que nem sabe onde comprou?
Com isso você desvalorizou o gosto da outra pessoa, e o elogio que ela fez.
O modo como você aceita um elogio indica quanto você se respeita e aceita.
Um simples obrigada mostra que você aceita o elogio que recebeu sem desmerecer a outra pessoa.

VI. CONCLUSÃO
Nós fomos criados à imagem de Deus e isto nos faz compreender o amor e aceitação que temos diante dEle.
Passamos a ver a nós mesmos como objetos do amor de Deus e isto estabelece o nosso valor no sentido mais verdadeiro e conveniente.
Devido ao grande amor que Deus nos concedeu, podemos amar e aceitar, tanto nós mesmos quanto aos a outros. l S. João 4:19: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro. ”

Se Deus nos criou de uma forma maravilhosa, à sua semelhança, nós temos que ser pessoas felizes, pessoas gratas ao nosso Criador, Mantenedor e Salvador.
A pessoa feliz sabe tomar decisões, acredita em sua capacidade sem tornar-se arrogante, aceita seus erros quando os comete, sente seu valor pessoal, porque ela se coloca nas mãos de Deus e permite que Deus a use para servir.

Deixo com vocês, algumas promessas maravilhosas!
1. Nunca mais direi em não posso, pois tudo posso naquele que me fortalece. Fil. 4:13
2. Nunca mais direi não tenho, pois o meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória há de suprir todas as minhas necessidades em Cristo Jesus. Fil. 4:19
3. Nunca mais direi tenho medo, porque Deus não nos dá um espírito de covardia, mas de poder, amor e moderação. 1 Tim. 1:7
4. Nunca mais direi que tenho dúvidas ou falta de fé, porque eu tenho a medida de fé que Deus repartiu a cada um. Rom. 12:3
5. Nunca mais direi que sou fraco, porque o Senhor é a fortaleza de minha vida. Sal. 27:1 Mas o povo que conhece a Deus o Seu Deus se tornará forte e ativo. Dan. 11:32
6. Nunca mais direi estou derrotado, porque Deus com Cristo Jesus sempre nos conduz em triunfo. 2 Cor. 2:14
7. Nunca mais direi que não tenho Sabedoria, pois Cristo Jesus sempre se torna da parte de Deus, minha sabedoria. 1 Cor. 1:30
8. Nunca mais direi que estou preocupado e frustrado, pois estou lançando sobre ele todas as minhas ansiedades, porque Ele tem cuidado de mim. 1 Pedro 5:7
9. Nunca mais direi que estou condenado, porque nenhum condenado há para os que estão em Cristo Jesus. Rom. 8:1

Que você, possa realmente procurar, a verdadeira alegria naquele ser que nos criou a sua imagem e semelhança.

Do livro “Viva Feliz Com Qualidade”

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Disciplina um ato de amor

DISCIPLINA – UM ATO DE AMOR

I – INTRODUÇÃO
Como pais, ou responsáveis pela formação do caráter de uma criança, temos diante de Deus e da sociedade uma responsabilidade muito grande: orientar e treinar os nossos filhos para que cresçam saudáveis e felizes.
A palavra disciplinar significa educar ensinai instruir. Ensinar significa ficar atrás da criança continuamente. Muitos pensam que falar uma vez com ela, já é suficiente. Entretanto, ensinar envolve treinamento contínuo.
Cada lar enfrenta situações diferentes e peculiares. Isto porque cada criança é única e diferente de todas as outras. Nem mesmo na família, um filho é igual ao outro. Não fomos todos prensados no mesmo molde. Isto se torna um problema para os pais e temos de compreender que não podemos igualar um filho ao outro.
A disciplina não é optativa.
Provérbios 29:17 diz: “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma”. Isto é um mandamento, não uma sugestão. Se obedecermos ao mandamento, poderemos esperar o cumprimento da promessa de desfrutarmos delícias de um lar bem formado.

II – EXPOSIÇÃO DO TEMA
No tema de hoje, classificamos dois fatores importantes e fundamentais para educar e disciplinar nossos filhos.

1 – Ter normas claras, definidas e compreendidas por toda família. Os filhos devem saber os limites e as conseqüências que sofrerão se não obedecerem às normas estabelecidas.
2 – Um compromisso de respeitar, apoiar e amar cada filho incondicionalmente.

III – OBJETIVOS DA DISCIPLINA
1. Ensinar à criança o domínio próprio.
“O objetivo da disciplina é ensinar à criança o governo de si mesma. Não há nada mais triste do que ver uma criança que não tem auto-controle e não pode ser controlada pelos pais e por ninguém.”
Disciplinamos externamente para obtermos o controle interno.
Uma mãe costumava cantar para a sua filha, antes de dormir o hino “Jesus me ama”, e depois, orava com ela. Certa ocasião, uma visita observou que a criança cantou e orou antes de dormir A visita ficou impressionada de ver como aquela criança tão pequena havia formado este hábito! Vejam bem, esta é uma forma de disciplina. Fazemos uso da disciplina exterior para obter controle interior. Provérbios 25:28 explica: “Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio.”
Você quer filhos que sejam cidades derribadas?
Há filhos que se abalam quando acontece algo inesperado, desagradável. Os pais perguntam:- “O que será que aconteceu ? O que fiz? Dei tudo! Fiz de tudo!” Mas aquilo de que ele mais precisava era dos próprios pais. E como roubamos aquilo que é mais importante e de que eles mais precisam – nós mesmos – se sentem sem nada. Eles nos querem pessoalmente, não em representação, nem por meio do aparelho de TV. Não é a babá eletrônica, não é a Internet que vão dar a eles o domínio próprio. Esta tarefa só é possível unicamente através dos pais e esta é sua responsabilidade.
2. Ensinar a obedecer com amor. “A obediência aos pais no Senhor é a mais importante lição que os filhos devem aprender.” – op. cit. p. 224. “Às crianças corresponderão com uma obediência voluntária à regra do amor.” – CPPE, p. 101
3. Ordens, mas com amor. Algumas ordens simples e práticas que levarão os filhos menores a obedecerem com prazer porque eles saberão que tais obrigações fazem parte da vida:
– Vamos tomar banho e pôr aquele vestido novo para esperar o papai.
– Vamos tomar banho e colocar o perfume de que você gosta?
– Hoje está tão frio, vamos tomar um banho quente na hora de dormir?
– Agora vá dormir, para amanhã irmos ao supermercado comprar frutas.

Para os que têm medo do escuro:
– Vá dormir e pode deixar a luz do corredor acesa!

Muitas vezes a pergunta é mais eficaz que a ordem severa e com voz de agressividade. Podemos perguntar de uma forma respeitosa, olhando para os olhos da criança para que ela perceba que o que estamos falando deve ser obedecido.
– Você já escovou os dentes? (sem chamá-lo de desleixado)
– Você já tomou banho? (sem chamá-lo de rebuscado).
– Você já arrumou a cama? (sem chamá-lo de preguiçoso).
– Você já fez as tarefas escolares? (sem classificá-lo de vagabundo e sem responsabilidade).

III – ESCOLHENDO O MÉTODO DE DISCIPLINA

“Os incentivos são às vezes melhores que os castigos.” – op cit., p. 249.
Cada pessoa responsável por ensinar uma criança deve, em primeiro lugar, conhecer-lhe o temperamento e, a partir deste aspecto, aplicar o método que seja mais conveniente e que a criança seja capaz de atender e aceitar o castigo como um ato de amor. Ela deverá saber que este castigo a ajudará a ter domínio próprio e que os pais não estarão felizes por castigá-la. Explicar-lhe sempre, com detalhes, o porquê do castigo.

1. Comunicação e diálogo
Use este processo, em todos os momentos, e em qualquer ocasião. Antes de usar outro método, utilize o diálogo. Procure ter uma postura de autoridade, mas com respeito. Fale firme, mas não com aspereza e desequilíbrio.

2. Recompensa
Quando a criança faz algo especial, ou seja, desenvolveu suas obrigações e tarefas sem que os pais mandassem, ofereça uma recompensa.

3. Extinção ou perda de privilégio
Toda vez que a criança deixar de cumprir uma tarefa ou não obedecer facilmente, ela perde um privilégio (exemplo: diminui a mesada, não vai andar de bicicleta, não assistirá a tal programa na TV).

4. Conseqüências naturais
Mostrar à criança que cada vez em que ela não obedecer ou deixar de cumprir alguma responsabilidade, sofrerá as conseqüências, e ela será a mais prejudicada.

5. Exemplo ou imitação
Este método funciona bem em todas as idades e fases. Os filhos imitam e seguem o exemplo dos pais ou dos responsáveis pela sua educação.

6. Estabelecendo limites – contratos
Gerry Smolley, especialista em relacionamento familiar, orienta como usar este método por meio de contratos.
Em primeiro lugar, os pais ou responsáveis organizam uma reunião em família, na qual todos participam da elaboração de um contrato familiar.
Exemplo de contrato:

Parte 1 – Limites familiares
“Obedecer aos pais
responder imediatamente,
não reclamar,
não aborrecer.”

“Guardar os objetos depois de usá-los brinquedos na garagem, roupas usadas no cesto, ter um lugar para cada coisa, e cada coisa em seu lugar.”

“Responsabilidade
arrumar o quarto antes de sair para a escola,
pôr os talheres e pratos na pia, após cada refeição,
fazer as tarefas antes de brincar,
fazer tarefas especiais quando os pais precisam de ajuda.”

“Boas maneiras
nas refeições tomar lugar à mesa,
agradecer pelos alimentos antes de se alimentar,
mastigar a comida com a boca fechada,
pedir desculpas, licença e dizer “muito obrigado”.”

“Higiene Pessoal
tomar banho diariamente,
escovar os dentes após as refeições e ao levantar.”

Assinatura_________________________________

RESPONSABILIDADES PRIVILÉGIOS (perdidos por 24h)
1 – Obediência Brinquedos
2 – Guardar os pertences Televisão
3 – Tarefas Lanche na escola
4 – Cortesia Passeios com a família
5 – Higiene Trazer amigos em casa

Assinatura: _______________________________________

7. Ponto … Por Ponto
Organize uma ficha e cole na porta do guarda-roupa e cada dia avalie o desempenho da criança. Cada tarefa feita vale tantos pontos; duas tarefas não feitas são dois pontos negativos.

Ficha de Avaliação Ponto … por ponto

Nome Total Ponto
2º 3º 4º 5º 6º
1. Obediência
2. Tarefas Escolares
3. Quarto arrumado
4. Roupas no lugar
5. Escovar os dentes
Ponto

Combinar com a criança que se ela alcançar tantos pontos positivos, irá merecer tal prêmio ou privilégio.
Exemplo: O seu filho tem muita vontade de ter uma bola de vôlei. Até o final do mês, ele deverá alcançar 200 pontos para merecer este prêmio.
Pais, usem o incentivo que leve realmente a criança a se empenhar em alcançá-lo.
Faça uma linda cerimônia de entrega do prêmio. Como será avaliada todos os dias, ela procurará atender aos itens com mais facilidade, até chegar o momento em que isto se torne um hábito. A partir daí, o método perde o valor porque já ocorreu a aprendizagem. Você poderá passar para outras atitudes que precisem ser melhoradas.

III – QUANDO USAR UM CASTIGO MAIS SEVERO
Provérbios 22:15 – “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe.”

Algumas vezes a vara é necessária
“(…) A vara pode ser necessária quando falharam outros recursos; contudo não deve fazer uso dela se for possível evitar. Mas, se medidas mais brandas se mostrarem insuficientes, deve administrar-se com amor o castigo que levará a criança à compreensão de seus deveres. Freqüentemente um só destes corretivos será suficiente para mostrar por toda a vida que não está observando a disciplina.” CPPE 116.
Um bom princípio é nunca castigar quando os pais estão irritados. Controlem as emoções e depois expliquem o porquê de a criança estar sendo castigada. Ela precisa saber que, seja qual for a forma de punição, é aplicada porque ela é amada.
Corrigir não é espancar, nem exteriorizar a raiva, mas sim, uma difícil, mas necessária maneira de expressar amor. Precisamos de sabedoria, autocontrole e humildade para exercer tão relevante tarefa.

IV – DISCIPLINANDO COM COERÊNCIA
Se ora permite, ora proíbe, ora censura, ora aplaude, a criança terá dificuldade em entender as normas e as leis da sua família.
O errado é sempre errado. Se a criança quebra um vaso comum, mesmo de propósito, muitas vezes, isto não é levado em conta. Mas, se ela quebra um vaso de cristal, recebe o castigo. A correção deve ser pelo mau comportamento, não pelo valor do objeto.
Quando os filhos errarem, eles precisarão de disciplina na base do amor, da compreensão, orientação, paciência e exemplo!
Se amar o filho que erra é tão básico para o seu crescimento, precisamos falar com ele de maneira respeitosa, permitir que ele desabafe seus conflitos interiores, para que se torne outra vez amável. Deve ser levado a aceitar com humildade o erro e a não ficar com sentimentos negativos.
Precisa olhar para cima e ter certeza de que pode vencer os obstáculos.
“… Ensina-se à criança e ao jovem que todo o erro e falta, toda as dificuldades vencidas se tornam um degrau no acesso a causas melhores e mais elevadas.”

V – A DISCIPLINA TEM CONSEQUÊNCIAS ETERNAS
A criança que não aprender que a desobediência traz alguma conseqüência ruim, terá dificuldade em aprender a obedecer a Deus quando adulta.

VI – CONCLUSÃO

PAIS E DEUS UNIDOS NA MESMA MISSÃO
Pais, Deus tem interesse em ajudá-los na educação de seus filhos, mas Ele espera que vocês cumpram primeiro a sua parte.
“Quando cumprirem o dever de educar dentro das suas possibilidades e capacidades, tenham certeza de que o Pai eterno fará o papel de suprir as áreas que fugiram ao alcance dos pais.
Ore pelo seu filho.
Antes de corrigi-lo, peça a Deus que abrande o seu coração.
Ao precisar corrigir seu filho, não o faça se estiver sentindo raiva.
Proporcione um ambiente de amor, alegria e compreensão na família.
Faça os encontros semanais de família.
O culto familiar diário contribui, grandemente, para que as crianças se tornem mais amáveis.
Que sua família possa ser uma família muito feliz.

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Um menino de 5 anos, fantasiado de Homem-Aranha virou herói ao salvar um bebê de 1 ano e 10 meses de uma casa em chamas, na cidade de Palmeiras, Santa Catarina. Riquelme brincava em frente à casa dos vizinhos e viu o incêndio começar, gritou que era o Homem-Aranha e foi para dentro da casa, saltitando entre as chamas. Ele pegou a menina e saiu correndo, antes que o fogo chegasse ao berço. Segundo os bombeiros o incendio destruiu 80% da casa de  50 metros quadrados. Podemos dizer que entrar em um incêndio requer cuidado. A atitude heroica do pequeno Riquelme não deve ser desmerecida, mesmo porque muitos de nós adultos não teriamos a mesma disposição mesmo que não corressemos a metade dos riscos que ele correu. Mas essa atitude, ele poderia ter se tornado vítima”.

A reflexão que faço agora trata da influência os desenhos e programas de TV exercem sobre as crianças, positiva e negativamente.  Riquelme é ainda pequeno para ter exata noção do que é realmente perigoso e nem sempre atitudes como a de super herois da TV são apropriadas nas situações reais do nosso cotidiano.  Dai a importancia de selecionar o que os nossos filhos estão assistindo e de concientiza-los de quais atitudes merecem ser copiadas e quais não são. Na idade do pequeno Riquelme é muito natural a criança especialmente o menino desejar ser super heroi. Nas ultimas férias meu filho teve a oportunidade de assistir com o primo um desenho da liga da justiça, e desenvolver a crença de que ele tambem podia ser o super homem. Uma tarde ele com a ajuda de um primo maior amarrou um pedaço de TNT no pescoço e pulou de um terraço de tres metros.  Graças aos anjos que o seguraram ele consegui apenas algumas escoriações nas pernas, mãos e braços. E mesmo depois do susto e de muita conversa da mãe, dias depois ele viu em uma loja de calçados uma sandalia do super mem, e disse ao primo:
_ Agora eu sei que não é a capa que faz voar; é a sandalia.

É claro que nem todas as crianças são iguais e algumas aprendem mais rápido, mas os pais são os maiores responsáveis para ensina-los. Agora que a midia aclamou o pequeno Riquelme como heroi; e não tiro os meritos dele, os pais devem tomar maior cuidado ainda para que o menino não saia por ai escalando predios e fazendo outras peripecias.

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Em agosto de 1945, forma-se nos céus de Hiroshima e Nagasaki uma das imagens mais assustadoras do poder de destruição do homem.

A bomba atômica anuncia o começo de um novo tempo para a humanidade: um tempo em que o ser humano pode acabar em instantes com seu próprio planeta.O surgimento da bomba atômica desencadeou o pesadelo da chamada “hecatombe nuclear”, um receio generalizado de que o ataque de uma das superpotências iniciaria uma guerra cujo desfecho seria o fim da vida humana na Terra.O programa focaliza a delirante disputa entre Estados Unidos e União Soviética pela supremacia bélica e militar nos tempos da Guerra Fria.
Hoje não vivemos dias muito diferentes. Pode ser que não haja guerra ao nosso redor, mas os rumores de guerras e destruições estão em toda a parte.
Ao abrirmos , diariamente, os jornais nos deparamos com notícias sobre fatos violentos, próximos ou distantes de nós, que nos colocam em situação de impacto emocional pela gravidade do que é descrito. Muitas vezes, somos atingidos por um sentimento de indignação e por uma sensação de impotência, diante dos fenômenos que estamos presenciando . Tomamos conhecimento desses fatos não só ,através da mídia ,mas ,também na família ,em ambiente de trabalho e em rodas de amigos . Acompanhando a sensação de impotência que nos atinge aparece ,também , o questionamento sobre nossa responsabilidade frente a eles . Surge ,então , a pergunta : o que fazer ?

Fica evidente que estamos vivendo em uma cultura de guerra e de violência .A dimensão cultural da violência ou seja, como criação humana, ligada ,portanto , ao ato de ensinar , aprender e educar ,abre caminhos que apontam para a possibilidade que temos de poder transformar esse cenário, abandonando o lugar de espectadores passivos da cruel realidade que está pondo em risco a sobrevivência da humanidade . Outro argumento a considerar é que as violências não são fenômenos naturais, assim sendo , está em nossas mãos transformar a cultura da violência em uma cultura de paz . A construção da paz exige não só o comprometimento pessoal mas também a ação coletiva ,ou seja, o agir em concerto. A paz se constrói a partir do poder que cada um tem mas que precisa ser fortalecido . O empoderamento de cada um e da ação coletiva no combate à violência e em prol da paz pode ser reforçado pelo conhecimento da ação de pessoas que dedicaram suas vidas a esta causa , legando exemplos a serem seguidos .Esses exemplos apresentam idéias , métodos e conquistas que apontam para um maior êxito do caminho a percorrer ,no presente , para atingir o que se busca ,na construção da paz .

Na impossibilidade de citar todos os que se notabilizaram , na luta contra as violências e na construção da paz –homens ,mulheres e crianças , em todos os cantos do planeta ,foram selecionados alguns para que suas histórias constituam-se em fonte inspiradora.

Herbert de Souza ,o Betinho (1935-1997) “ Não se pode viver em paz em situação de guerra. Não se pode comer tranqüilo em meio à fome generalizada . Não se pode ser feliz num pais onde milhões se batem no desespero do desemprego,da falta de condições mais elementares de saúde,educação ,habitação e saneamento. A insanidade de um país que marginalizou a maioria deve terminar agora.Devemos criar em todos os lugares a ação da cidadania em luta contra a miséria e pela vida “

Mahtama Gandhi (1869-1948 )-Gandhi foi um indiano que lutou contra o sistema de castas e pela independência da Índia contra o domínio britânico . Ele lutou através da não-violência que consiste na recusa da violência , como forma de resolver os conflitos, e a adoção do princípio da verdade e da justiça .Gandhi congregou o povo indiano a resistir de
forma pacífica contra os tribunais e às leis recentemente impostas . Entre as medidas tomadas cita-se : indianos recusaram a cargos públicos ,crianças foram retiradas de escolas oficiais ,produtos estrangeiros foram boicotados e foi realizada uma marcha até o mar para a extração do sal ,desobedecendo às leis britânicas . Foi assassinado em 30 de janeiro de 1948 .

Bertrand Russel (1872-1970)-Foi escritor e filósofo inglês que ganhou o premio Nobel de Literatura . Na Primeira Guerra Mundial lutou contra o serviço militar obrigatório e contra a participação de pessoas na guerra ,sendo preso por esta razão .Participou dos movimentos contra as armas nucleares .

Martin Luther King Jr. (1920- 1968 ) Advogado americano e pastor batista lutou contra discriminação racial , através da não-violência . Conseguiu o fm da segregação contra negros, nos Estados Unidos . Recebeu o premio Nobel da Paz em 1964 .Em um famoso discurso diz :…Eu tenho um sonho que meus filhos viverão um dia numa nação onde não seriam julgados pela cor de sua pele ,mas sim pela virtudes de seu caráter …

Se todos nós encararmos que a paz tambem é uma responsabilidade nossa certamente haverá paz na terra. Eu não sei qual a sua area de atuação, mas com certeza onde voce estiver voce podera promover a paz, basta começar.

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Voce e daquele tipo de mãe que não fica um dia sem ligar para seu filho duas ou mais vezes por dia no serviço para saber como ele esta e opinar sobre assuntos irrelevantes? Ou é aquele tipo de pai que jamais permitiria que seu filho estudasse fora da cidade mesmo que fosse a unica opição, ou que mudaria de cidade para acompanha-lo se fosse possivel? Ou voce é aquele tipo de pai que impede que seu filho passe por dificuldades custeando-lhe tudo que ele necessita mesmo que ele ja tenha idade para se virar sozinho? Ou voce e o tipo de mae que vigia o filho vinte quatro horas por dia?

Se voce se encaixa em uma ou mais das cituações acima citadas, voce precisa mudar urgentemente.

Um conhecido escritor e palestrante chamado Içami Tiba em seu livro “Quem ama educa” fez a seguinte analogia:

Mesmo ausente, a mãe quer se sentir presente na atividade do filho. (Pág. 43)

Filhos são navios… Pais são estaleiros… (Pág. 48)

A arte de ser mãe e pai é desenvolver os filhos para que se tornem independentes e cidadãos do mundo. (Pág. 81)

Filhos têm de singrar os mares da vida, e não permanecer ancorados no porto, por mais seguros que estejam. (Pág. 215)

Nesse livro o autor trabalha a necessidade egoista dos pais de ter o controle total da vida dos filhos já jovens muitas vezes bloqueando o desenvolvimento tão necessaria nesta epoca da vida. Em busca de satisfazer suas proprias necessidades de ter o controle da vida do jovem filho, desconcideram a seu sofrimento, muitas vezes esses pais estão comprometendo o futuro de seu proprio filho.

“Quando esses pais sofrem desse tipo de felicidade egoista estão educando os filhos “pelo como somos” a tambem serem egoistas. No futuro quando esses pais precisarem de cuidados desses filhos, será que eles deixarão suas necessidades egoistas para atenderem os pais já senis? Com certeza eles irão parar em asilos.” pag.74

A analogia é bem clara:”filhos são barcos e pais estaleiros”. Se os filhos são barcos, eles foram feitos no estaleiros mas não foram feitos para ficar nos estaleiros, foram feitos para singrar os mares em busca de outros portos e oportunidades.
É dever dos pais prepararem seus filhos para este etapa da vida deles. Não é uma tarefa muito facil para alguns pais, mas devem sempre ter em mente que esse dia pode chegar a qualquer momento e precisamos estar preparados. Uma atitude correta pode contribuir para um adulto responsável, independente e feliz. E pais que encontrarão apoio nos momentos de dificuldade.
Para se pensar!

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Evelyn Nagel falando sobre reações inesperadas disse:

“Gosto de pensar nas pessoas como se elas fossem caixinhas de surpresas . Ao longo de nosso breve período de vida, essas surpresas explodem impulsionadas por acontecimentos, fatos, ocorrencias, situações inesperadas. Algumas surpresas são muito boas; outras nem tanto.”

Achei interessante essa colocação e acredito que somos assim mesmo uma caixa de surpresas e as vezes surpreendemos a nos mesmo com nossas reações diante de algumas situações. Você já se surpreendeu com suas proprias reações ou com as reações de alguém ligado a você diante de um acontecimento importante??
As vezes eu espero uma reação de força, garra, de luta e acontece exatamente o oposto: fragilidade, dependencia, indecisão e insegurança. Outras vezes, espero fragilidade, indecisão, insegurança e desponta um ser humano forte e com grande poder de superação. Somos mesmo assim; uma caixinha de surpresas inclusive para nós mesmos.
Tratando-se de mim mesmo, acho que as reações dependem muito do meu estado emocional no momento, do ambiente da companhia. Na maior parte do tempo tenho controle sobre as emoções e capacidade para reagir bem diante de qualquer situação especialmente as mais embaraçosas, mas as vezes a caixinha me supreende. Reações impulsivas podem ser extremamente prejudiciais. Outro dia observei a reação de um amigo em uma situação embaraçosa no transito. Aquele homem é um verdadeiro santo “se é que existem santos ainda”,
mantem bom relacionamento com vizinhos e pessoas do seu local de trabalho, tem uma disposição adimiravel para ajudar as pessoas em dificuldade, costuma ser extremamente pacientes mesmo com os que pisam nos seus calos, mas surpreende-me.Suas reação diante de uma acontecimento e inesperado no transito, o denominado “santo” deixou cair aureola. Ai fiquei pensando como é que pode uma pessoa mudar de postura de um instante para outro. E pensando bem eu também já reagi assim, em determinadas situações. Manter a calma e a postura em situações adversar não é muito facil não. O bom de tudo isso é que as vezes também podemos reagir muito melhor do que poderiamos imaginar. Como meu filho que estava morrendo de medo de tirar um pouquinho de sangue para um exame. Entrou no laboratório, cumprimentou a todos, assentou-se, estendeu o braço e não derramou sequer uma gota de lagrima ao ser furado pela agulha. E ao sair disse-me: _ Mamãe eu nem sabia que era tão corajoso assim!
Espero que tenhamos mais coisas boas em nossas caixinhas para nos surpreendermos. Não quero ser pacote bomba para ninguem nem para mim mesmo.

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